<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826</id><updated>2012-02-16T05:26:04.167-08:00</updated><category term='Behaviorismo Radical'/><category term='Filosofia'/><category term='Frases'/><category term='Aconselhamento psicológico'/><category term='Psicologia Social'/><category term='Psicoterapia'/><category term='Seriados e Filmes'/><category term='Leia e reflita'/><title type='text'>Psycho Logos</title><subtitle type='html'>Propõe a troca de informações e ideias entre estudantes e profissionais da psicologia e áreas relacionadas.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-3305249512969985127</id><published>2010-12-30T17:23:00.000-08:00</published><updated>2010-12-30T21:08:56.833-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leia e reflita'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Behaviorismo Radical'/><title type='text'>Adolescência, Behaviorismo Radical e a Terra do Nunca</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR1g9-v4LDI/AAAAAAAAALs/aEmDBMCdRTQ/s1600/Arte-digital-Terra-do-nunca.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556704133177158706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 303px; CURSOR: hand; HEIGHT: 211px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR1g9-v4LDI/AAAAAAAAALs/aEmDBMCdRTQ/s320/Arte-digital-Terra-do-nunca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum que psicólogos cognitivos digam que desenvolvemos conceitos em nossa mente; a psicanálise clássica afirmou que o adolescente se individualiza devido a mudanças no aparelho psíquico decorrentes de passagens de uma fase a outra (p. ex., da fase fálica a fase genital). Afirma-se isso como se a mente criasse novas ideias espontaneamente e o sujeito passasse a se comportar de forma diferente a partir dessas mudanças espontâneas.&lt;br /&gt;O papel do ambiente é geralmente relevado, porém não lhe é atribuido o devido crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, o processo maturacional desempenha certo papel nas mudanças comportamentais do adolescente, porém se avaliarmos as contingências ambientais as quais o jovem esta exposto, torna-se mais fácil compreender as inúmeras mudanças decorrentes da fase.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, esta é uma fase altamente diferenciada não só por fatores maturacionais, mas por fatores sociais relacionados a ela. Esses fatores consistem na maneira como os indivíduos de uma dada sociedade e de um dado grupo respondem (comportam-se) em relação ao adolescente e suas mudanças.&lt;br /&gt;É fato notório que em diversos grupos humanos (algumas tribos indigenas) a adolescência tal como a conhecemos inexiste.&lt;br /&gt;As pessoas mudam seu comportamento de acordo com as propriedades de estímulos daquilo que constitui um "adolescente". De repente aquela que até então era uma menininha passa a ser tratada diferente por diversos homens, pois agora tem seios; do mesmo modo, algumas pessoas do convívio da menina ainda a tratarão como uma criança, devido a suas características físicas e comportamentais ambíguas. Os adultos também poderão ser permissivos com o adolescente devido a fase em que se encontra ou exigir-lhe certos comportamentos (p. ex.: "você já é quase um adulto").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refletindo sobre essas questões, cheguei a conclusão de que a Terra do Nunca, lar do famoso personagem Peter Pan, é um mundo em que o ambiente é radicalmente diferente daquele em que vivemos. Nele, as normas e comportamentos são estabelecidas por outras contingências.&lt;br /&gt;Imagine um mundo em que desde cedo as crianças não tivessem a supervisão de um adulto, ou que não precisassemos ter frequentado a escola, etc. Será que seria um mundo ao estilo "Terra do Nunca". Isso dependeria obviamente de inúmeros fatores ambientais, como acesso a alimento, abrigo, idade e estrutura física de cada criança a formar a nova "sociedade". Mas gosto de pensar que as crianças ficariam mais parecidas com isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR1hWfEjZII/AAAAAAAAAL0/0_fiumSQ-kc/s1600/article-1179576-04DD5D6F000005DC-560_468x312.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556704554170672258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 301px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR1hWfEjZII/AAAAAAAAAL0/0_fiumSQ-kc/s320/article-1179576-04DD5D6F000005DC-560_468x312.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hehehehe ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas são as crianças do filme "O senhor das moscas", que conta a estória de um grupo de crianças que fica presa em uma ilha deserta após uma cidente de avisão, e o melhor de tudo, sem a supervisão dos adultos. Bem, ao menos isso é o que qualquer criança poderia pensar inicialmente. Para sobreviver elas precisaram de regras e, para isso, partiram daquilo que conheciam em sociedade (votação, exército, politica, religião, etc.). O resultado é claro (até por ser um filme) é o mais sombrio possível: todas os horrores vividos na sociedade dos adultos se repete com o grupo de crianças, gerando-se comportamentos de corrupção, religião, jogos de poder, e por ai vai...&lt;br /&gt;O que as crianças seriam, dependeria de inúmeras variáveis as quais estivessem submetidas e a história prévia de condicionamento de cada uma. Mas essa reflexão serve simplesmente para mostrar que o ambiente desempenha um papel fundamental naquilo que fazemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças em nossa sociedade se comportam como o fazem porque foram determinadas a isso. Até certa idade as crianças costumam brincar muito no chão. Uma possibilidade é que elas deixam esses comportamentos de lado na medida em que diversos reforçadores sociais e disposição fisica dos objetos (tais como móveis) são adaptados para a altura do adulto. ´Conforme a criança fica maior com a idade, ela continuar brincando se arrastando no chão será mais dificil, pois o ambiente fisico não esta mais adaptado a sua altura. Desconforto fisico já seria um bom exemplo de estímulo punitivo que reduziria a probabilidade de ocorrência de certos comportamentos (punição) e a retirada desses estímulos aumentaria a probabilidade de ocorrência de outros comportamentos em seu lugar (reforço negativo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, as crianças tornam-se adultas não só por fatores maturacionais, mas porque seu corpo não é mais reforçado ou punido pelas propriedades de diversos estímulos e por que os adultos são os principais responsáveis pela disposição das contingências que as afetam. Os adultos as definem não só porque detém o monopólio de diversos reforçadores infantis, mas também porque o monopólio da punição; e todos sabemos que as crianças não encontram defesa contra alguém absolutamente mais forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refleti também as razões pelas quais é mais fácil exercer controle sobre as pessoas em um discurso quando o orador se encontra em posição elevada a seu público (ex: o politico falando no palanque). É possível que isso em parte ocorra porque em nossa história pregressa, os adultos exerciam grande poder sobre nós, e eles é claro, são mais altos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem quer uma fonte de inspiração para estudar a teoria comportamental, assistam aos filmes...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-3305249512969985127?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/3305249512969985127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=3305249512969985127' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/3305249512969985127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/3305249512969985127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/12/adolescencia-behaviorismo-radical-e.html' title='Adolescência, Behaviorismo Radical e a Terra do Nunca'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR1g9-v4LDI/AAAAAAAAALs/aEmDBMCdRTQ/s72-c/Arte-digital-Terra-do-nunca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-8825548940758828427</id><published>2010-12-30T09:47:00.000-08:00</published><updated>2010-12-30T13:01:17.444-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Behaviorismo Radical'/><title type='text'>Visão condicionada: vendo o que os outros não vêem</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRzay-RJKiI/AAAAAAAAAK0/maK7vlqc2xI/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556556609511565858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRzay-RJKiI/AAAAAAAAAK0/maK7vlqc2xI/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nós podemos ver um estímulo X não apenas quando X está presente, mas quando qualquer estímulo que frequentemente o acompanha estiver presente. A sineta utilizada por Pavlov no estudo de reflexos condicionais nos servirá de exemplo. Se a sineta tivesse sido pareada com a apresentação de alimento, poderiamos enxergá-lo "mentalmente" com o tocar da sineta, mesmo que o alimento não nos fosse apresentado depois. Sucessivas apresentações do sino sem o alimento extinguiriam as respostas de salivar e enxergar. Os eventos ditos "mentais" por si próprios não são a causa do comportamentos, e na teoria Behaviorista Radical, eles próprios constituirão um comportamento, cuja diferença dos demais esta no fato de só serem acessíveis ao sujeito que se comporta (&lt;strong&gt;eventos privados/comportamentos encobertos&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;Vemos os objetos familiares mais rápida e facilmente do que os não-familiares. Durante um jogo de cartas seria mais provável que uma pessoa se engane em ter visto visto um ás de ouros ou de copas se tiver visto algo vermelho antes. O mesmo ocorre para o estímulo verbal "copas", que poderá evocar a visão do vermelho.&lt;br /&gt;Experimentalmente pode-se mostrar um coração impresso em preto para uma pessoa familiarizada com baralhos por um curto período de tempo; por vezes ele será visto como vermelho ou como uma mistura de preto e vermelho (algo como púrpura). Com a exposição da carta por um maior período de tempo o estímulo presente suplanta a resposta condicionada de ver vermelho, ao passo que uma breve apresentação leva a "fusão" das respostas condicionadas e incondicionadas.&lt;br /&gt;Respostas visuais são extremamente importantes em nossa vida, o que explica a grande quantidade de respostas condicionais desse tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Explicação funcional para as "falhas" de percepção&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A visão condicionada ajuda-nos a entender porque temos a tendência a ver o mundo de acordo com nossa história.&lt;br /&gt;As teorias da percepção tratam da maneira como enxergamos círculos completos em "círculos" em que esta faltando um pequeno segmento. Entretando, ver um círculo incompleto não seria impossível para um sujeito que trabalhasse diariamente em uma manifatura de certos tipos de anéis de pistão. O mesmo exemplo serve para diversas das "ilusões de ótica" (vejam algumas: &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ve6BBCu2BYQ/SiXtSbicQpI/AAAAAAAAAA8/wq7YFGuPvdU/s320/gestalt1.gif"&gt;1&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/aa/Gestalt_ley_de_cierre.png"&gt;2&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://psicologia.laguia2000.com/wp-content/uploads/2007/06/psicologia-de-la-gestalt.gif"&gt;3&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise funcional e sinestesia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns sinestetas vêem números coloridos. Algo do tipo poderia ocorrer se uma criança aprendesse a responder a números em um livro no qual a forma geométrica poderia levar a resposta condicionada de ver a cor correspondente. Ao falar 7, a criança seria levada a duas respostas condicionadas, ver a forma 7 e ver a cor associada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-8825548940758828427?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/8825548940758828427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=8825548940758828427' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/8825548940758828427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/8825548940758828427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/12/visao-condicionada-enxergando-o-que-ou.html' title='Visão condicionada: vendo o que os outros não vêem'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRzay-RJKiI/AAAAAAAAAK0/maK7vlqc2xI/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-4594153118064566860</id><published>2010-12-30T04:57:00.000-08:00</published><updated>2010-12-30T06:57:35.349-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Behaviorismo Radical'/><title type='text'>Os três elos da análise funcional do comportamento</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRyai5Fr0zI/AAAAAAAAAKk/PXjmVwAivVo/s1600/caixa_preta.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556485964499243826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 246px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRyai5Fr0zI/AAAAAAAAAKk/PXjmVwAivVo/s320/caixa_preta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As pessoas no geral partem do princípio de que a mente é a causa dos comportamentos. Por exemplo: "bebo porque tenho sede"; "brigo porque sinto raiva", etc. Alguns dirão que o sistema nervoso é o responsável pelo comportamento do indivíduo ou ainda que a própria psique atua misteriosamente sobre esse sistema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No exemplo &lt;em&gt;"bebo porque tenho sede"&lt;/em&gt; percebe-se um encadeamente causal composto por três elos:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;(1)&lt;/strong&gt; uma operação efetuada de fora sobre o organismo (ex: privação de água);&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;(2)&lt;/strong&gt; uma condição interna (ex: sede fisiológica ou psíquica);&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;(3)&lt;/strong&gt; um certo comportamento (ex: o beber).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;1 --&gt; 2 --&gt; 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se tivessemos dados a cerca do segundo elo, preveriamos o terceiro sem passar pelo primeiro. O segundo elo é uma condição presente, diferente do primeiro elo, e é comumente chamado nas ciências cognitivas de "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;caixa preta&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;", uma vez que não se teria acesso direto a seu conteúdo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No geral inferiremos o segundo elo do terceiro, como ao dizer que um animal tem fome porque esta comendo. Será quase sempre impossível obter informações diretas sobre o segundo elo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não dispomos de meios efetivos de alterar os processos neurais nos momendos adequados da vida do organismo. Se eu quiser fazer um organismo comer, é mais simples privá-lo de alimento. Do mesmo modo, dizer que um organismo "sofre de ansiedade" nos levará a procurar as causas ambientais responsáveis pelos comportamentos tipicamente definidos como "ansiosos" (seria pelas variáveis implicadas na perda do emprego, briga com o namorado?...)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para B. F. Skinner, a objeção das causas internas não é a de que não existem, mas a de que não são úteis para uma análise funcional. Enquanto houver encadeamento causal de modo que o segundo elo não seja ordenadamente determinado pelo primeiro ou o terceiro pelo segundo, o primeiro e o terceiro devem ser ordenadamente relacionados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;SKINNER, B. F. Ciência e comportamento humano.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-4594153118064566860?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/4594153118064566860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=4594153118064566860' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/4594153118064566860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/4594153118064566860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/12/os-tres-elos-da-analise-funcional-do.html' title='Os três elos da análise funcional do comportamento'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRyai5Fr0zI/AAAAAAAAAKk/PXjmVwAivVo/s72-c/caixa_preta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-8917974666579957104</id><published>2010-12-29T18:02:00.000-08:00</published><updated>2010-12-29T21:13:54.934-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Behaviorismo Radical'/><title type='text'>Estímulos discriminativos, generalização e uma bola vermelha.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRwLJ4PB7cI/AAAAAAAAAKM/hfSAzw75K5s/s1600/1212747215493_f.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556328304610504130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 195px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRwLJ4PB7cI/AAAAAAAAAKM/hfSAzw75K5s/s320/1212747215493_f.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ué, mas você não havia dito "&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;vermelha&lt;/span&gt;"?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com B. F. Skinner, a extensão do efeito de um estímulo a outros estímulos denomina-se &lt;strong&gt;indução&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;generalização&lt;/strong&gt;. A efetividade de uma única propriedade de um estímulo revela-se quando não nos sentimos bem na presença de um estranho, pois se parece com um conhecido de quem não gostavamos. Isso não necessariamente dependerá se percebemos ou não o fato. Compreendido isso, as "intuições" ou "impressões" que temos a cerca de algumas pessoas recém conhecidos podem não parecer mais algo tão sobrenatural.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em um experimento comportamental, um pesquisador dava comida a um pombo toda vez que ele bicasse um círculo vermelho. O alimento é um estímulo reforçador, pois aumenta a probabilidade do comportamento de bicar o círculo. Após a resposta estar ocorrendo com certa frequência, o pesquisador mudou a cor do círculo vermelho pelo laranja, e o pombo continuou a bicar o círculo, ainda que a quantidade de respostas tivesse diminuido.&lt;br /&gt;Muitos podem dizer que esse comportamento não deveria ocorrer com a mudança de cor, mas o fato é que algumas das propriedades de estímulo responsáveis pela emissão do comportamento de bicar permanecem presentes (p. ex., o tamanho do círculo e seu posicionamento na câmara experimental).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Ta certo, é tudo muito bonitinho e muito legal, mas o que diabos isso tem a ver com a bola "&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;VERMELHA&lt;/span&gt;"???&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok! Vamos lá então...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É comum vermos uma criança correr atrás de uma bola verde e emitir respostas verbais como: "Olhem que bonita a minha bola vermelha!". Isso pode ocorrer simplesmente porque anteriormente a criança foi reforçada por seus pais ao emitir a reposta verbal "vermelho" em relação a uma bola que era realmente vermelha. Como sua nova bola verde possui diversas propriedades comuns a sua outra bola (tamanho, forma, etc.), e que ainda não foram selecionadas por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;estímulos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;discriminativos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;reforço&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;diferencial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, é normal que a criança emita essa resposta verbal. Quando tais procedimentos forem aplicados, a criança passará a responder adequadamente ao estímulo "vermelho".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Podemos também reforçar a criança por todos os comportamentos relacionados ao estímulo vermelho (reforço diferencial de um estímulo discriminativo: o vermelho) sem reforçar os comportamentos relacionados as outras propriedades físicas da bola (isso provocará extinção, ou seja, o término dos comportamentos relacionados a tais propriedades). Desse modo teremos uma &lt;strong&gt;&lt;em&gt;abstração&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, isto é, a criança agora pode dizer "vermelho" sem vinculação a outras propriedades de estímulo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O curioso é que muitos poderiam dizer que a criança teve uma falha no processamente de informação frente ao estímulo "vermelho". Entretanto, uma análise funcional nos revela que o ambiente selecionou o comportamento sem que precisassemos atribuir um papel causal a "cognição".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-8917974666579957104?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/8917974666579957104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=8917974666579957104' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/8917974666579957104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/8917974666579957104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/12/estimulos-discriminativos-generalizacao.html' title='Estímulos discriminativos, generalização e uma bola vermelha.'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRwLJ4PB7cI/AAAAAAAAAKM/hfSAzw75K5s/s72-c/1212747215493_f.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-8366794267884140264</id><published>2010-12-29T05:22:00.000-08:00</published><updated>2010-12-29T05:33:06.278-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aconselhamento psicológico'/><title type='text'>CASO 3 - ORIENTAÇÃO VOCACIONAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;SIMULAÇÃO DE ACONSELHAMENTO PSICOLÓGICO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No seguinte caso, o terapeuta atende um garoto de 17 anos chamado Gabriel que se encontra em um dilema entre prestar vestibular para a faculdade de Psicologia ou Medicina. Para auxiliá-lo o terapeuta utiliza-se do método “explanatório”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Bem, semana passada conversamos bastante sobre você, sua família... E você também fez o Quati e o teste de orientação vocacional.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Você me disse que não haveria problema se eu lhe desse o feedback hoje. E para que você pudesse chegar a uma conclusão mais precisa sobre qual curso escolher, acertamos uma tarefa para casa. Já já reveremos isso.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Bem, quanto ao teste vocacional, eu tenho um resultado. Você gostaria de ouvir?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: É claro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: O teste vocacional avaliou que você é mais voltado a Psicologia. O teste também demonstrou inclinação para o curso de medicina, mas suas escolhas realmente deram maior ênfase a Psicologia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: (Reflete em silêncio)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: O que você pensa sobre isso?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: Humm, acho que gostaria bastante do curso sim, principalmente depois de umas coisas que andei vendo por causa do tal “dever de casa” que tu me deu...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Sim, acertamos que essa decisão precisaria de mais uma sessão, e cá estamos. Como você se sente hoje em comparação com semana passada, quando chegou aqui.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PACIENTE&lt;/strong&gt;: Bá, me sinto muito mais consciente das coisas cara. Semana passada eu tava perdidaço.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PACIENTE&lt;/strong&gt;: Pode até ser que eu tenha dúvidas, mas acabei descobrindo muito mais sobre os cursos agora que tu me deu uns toques...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Entendo. Fico feliz que você os conheça melhor agora.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Então, percebo que você esta ansioso para falar sobre nosso dever de casa. E então, nessa semana, você foi atrás das informações currículares dos dois cursos, como haviamos planejado semana passada?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: Sim, bá, na verdade descobri um monte de coisa...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Por exemplo?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: Eu conversei com os professores da universidade, sobre os cursos. Eles foram bem abertos comigo, como você disse.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: Eles me passaram a ementa e me falaram sobre as cadeiras, o que eles lecionam e tal e vi que tinha um monte de coisas dos dois cursos que eu curtia. Bá, ai deu pra ter uma noção bem mais clara sobre o que são os cursos, há muita coisa que eu nem imaginava.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Sim, me diga, o que você percebeu?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: O curso de Psicologia tem várias matérias que se relacionam a cultura, pesquisa... E eles também estudam o sistema nervoso e tem cadeiras opcionais nesse mesmo foco. Dependendo da linha de trabalho e da especialização que a pessoa tomar, da pra lidar com um monte de coisa, inclusive em áreas que em muito se assemelham a medicina. É que tem muito de clínica na psicologia mesmo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Uhum, você na sessão passada também disse que gostava da ideia de poder auxiliar as pessoas sem usar só de medicação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: Isso, isso mesmo. E me disseram que o psicólogo por lei não pode medicar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Não pode, mas normalmente trabalham em conjunto com outro profissional, como psiquiatras, pra integrar o tratamento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: Humm, legal. Isso eu esqueci de perguntar pro pessoal da universidade, acho que pulei essa da lista que fizemos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: E com o pessoal da medicina, como foi?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: Foi legal também. Me mostratam a ementa e tudo. Tem muita coisa que acho legal, mas a parte que estuda o sistema nervoso é menor, e nisso só focam mais se a pessoa for se especializar, o que só da pra fazer depois de seis anos, já que medicina é muito longo. Fica meio dificil estudar isso num curso em que atuam em dois ou três turnos. Os conteúdos do curso em si não focam no estudo do social, e se fixa muito na medicação e em muitos tipos de doença.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: Mas o que tu acha?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Bem Gabriel... com base nas informações dos testes de personalidade e vocacional, da entrevista que fizemos na primeira sessão e das informações das quais acabamos de conversar, me parece bastante claro que, apesar de você ter realmente um bom perfil para ambas as áreas, você parece mais talhado para a Psicologia. Você é bastante atento, e me parece gostar muito do contato direto com o paciente, algo que ambas as áreas lhe proporcionariam. Na psicologia, porém, inúmeros assuntos com os quais você teve grande curiosidade lhe proporcionariam muita motivação. Por isso, você aliaria muito do que você gosta em um único curso. A psicofisiologia, matéria que você acha interessante é estudada no primeiro ano, como você pode ver pelo componente curricular, e caso queira se aprofundar no assunto há cadeiras optativas que você poderá fazer depois.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Quanto à medicina, há ênfase recai sobre o organismo de forma geral, com pouca especificidade em um ou outro tópico, ao mesmo durante o curso. Não significa que você não possa tentar se aprofundar nos seus temas prediletos em horário livre, mas o curso lida a maior parte do tempo com os três turnos e, como você já sabe, tem duração de seis anos. Se sua ideia é aproveitar o tempo extra, também podemos ter Medicina como uma boa opção, mas se você quer aproveitar mais o curso em si para se fixar naquilo pelo qual já demonstra afinidade, então o curso de Psicologia lhe forneceria um excelente subsídio. Evidentemente que alguns de seus gostos poderiam mudar ao longo do curso, até pelo fato de você ainda ser jovem. Mas você certamente demonstra uma maturidade pouco vista na maioria dos jovens, o que me faz pensar no quanto você já tem estipulado o caminho que deseja seguir e as disciplinas que gosta. O que também quero dizer é que você chegou aqui com uma ideia bem delineada sobre as disciplinas que gosta e que não gosta, algo que você vinha estudando há algum tempo. Me parece que o que faltava era um contato direto com profissionais da área e ver como as coisas funcionam na prática...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: De qualquer forma. Acho que seria interessante que você levasse o que conversamos aqui e refletisse bastante.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Mas na verdade...você veio me procurar, não só pelo auxilio que eu poderia fornecer, ou estou enganado?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: (Risos). Tu é bem ligado mesmo. É, te procurei pra saber mais do curso, e também por curiosidade. A mãe disse pra eu procurar alguém pra conversar mais comigo e me ajudar, ai um conhecido dela deu teu nome, disse que podias ajudar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: Na hora eu pensei mesmo em vir pra saber o que escolher e um segundo depois me liguei que ia ver um pouco como o psicólogo trabalha. Engraçado isso né?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: Eu gosto de muitas coisa na medicina, mas por tudo o que tu me disse e te vendo aqui, eu acho que realmente vou curtir muito esse curso.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Fico feliz por você.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: Pois é, mas tu não quis me falar muito sobre o curso semana passada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Achei mais adequado que você tivesse segundas e terceiras opiniões. Não seria bom que você se baseasse só por mim e por minha experiência pessoal pra escolher algo que possivelmente iria exercer pelo resto da vida.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Mas agora, espero que você realmente se encontre no curso e na vida.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL&lt;/strong&gt;: (Sorri).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-8366794267884140264?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/8366794267884140264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=8366794267884140264' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/8366794267884140264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/8366794267884140264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/12/caso-3-orientacao-vocacional.html' title='CASO 3 - ORIENTAÇÃO VOCACIONAL'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-5384659777789857872</id><published>2010-12-28T09:43:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T10:18:52.295-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aconselhamento psicológico'/><title type='text'>Caso 2 - Persuasão de paciente "anti-social"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;SIMULAÇÃO DE ACONSELHAMENTO PSICOLÓGICO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A seguinte sessão de psicoterapia é dificil, devido ao comportamento disfuncional do paciente, Cleiton. Ele é um paciente que realiza terapia de longo prazo com o terapeuta cognitivo comportamental, devido a sua impulsividade e traços de personalidade anti-sociais. Na seguinte sessão ele demonstra raiva e sentimentos de vingança por um sujeito chamado Cláudio, com quem discutiu algumas vezes por questões pessoais. O terapeuta utiliza técnicas de persuasão, no que tange as consequências danosas de suas ações anti-sociais, de modo a direcioná-lo a ações mais adaptativas. Algumas das estratégias do terapeuta são pouco ortodoxas se pensarmos em pacientes mais adaptativos, mas se justificam no contexto da entrevista por sua efetividade e adequação ao estilo de personalidade do paciente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Você chegou aqui hoje e disse que estava pensando em reunir-se com uns amigos para bater no Cláudio. Pediu minha opinião, mas você já parece ter vindo com uma opinião formada a respeito...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: (Olha um pouco zangado)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Na verdade, percebo que você esta muito zangado nesse momento Cleiton, mas você precisa ver que esse momento vai passar, mas o mesmo nem sempre ocorre com as consequências de nossas ações...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Você lembra do que me disse da última vez em que tomou uma atitude semelhante?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: É, o desgraçado do Sérgio (uma rixa semelhante a atual que tem com Cláudio) tinha uns amigos de farda, e eles vieram nos dar uma surra. Ai a gente se ferrou...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Exatamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: É, mas dessa vez não vai acontecer...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Como pode ter tanta certeza?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Você tem o hábito de dizer isso, que as coisas não ocorrem com você. Mas ambos sabemos que as coisas não funcionam assim...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Sua namorada discutiu muitas vezes com você e por fim terminou com você por causa disso, lembra?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Terminou por causa desses comportamentos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: (O paciente fica em silêncio; parece sentir-se contrariado, mas reconhece o argumento como válido).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: É, é foda, ela era boa de cama e fazia umas piadas engraçadas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Pois é. Me diga as coisas negativas que ocorreram com você das últimas vezes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: Argh! Sei lá, tomei multa aquela vez lá na estrada pra Porto Alegre, tomei um coro dos segurança da festa, e teve os caras de farda que eu falei. E perdi a guria também.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Sim, não esta se esquecendo de nada?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: (Fica sério em silêncio).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Você também ganhou a inimizade de alguns caras que antes eram seus amigos, e também, terminou no hospital.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Você gostaria mesmo de mais alguns problemas agora que esta indo tão bem no trabalho novo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: É é. Mas agora só não vai é vir me dizer que o cara tem mulher e filhos porque eu estou cagando pra eles. Quem mandou se meter comigo, esse filho da puta...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Eu não estou dizendo isso Cleiton, e nem vou dizer, até porque sei que você não é do tipo que adora crianças...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: (Ri)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Ainda assim, há consequências que não afetam só a ele, mas também a você. E quanto mais você investe nisso, mais problemas você tem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Você já esteve preso há alguns anos e corre o risco de ir pra a cadeia de novo, mas dessa vez a justiça pode não pegar tão leve com você...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: E dessa vez, o que você acha que pode te acontecer?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: Sei lá. Ah é, me disseram que o cara (Cláudio) anda armado também. Mas eu não tenho medo!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Percebo que você é um cara corajoso, mas eu me pergunto se ele (Cláudio) vale a pena?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Quando você chegou aqui hoje, você disse que ele te chamou de tudo que é nome. Mas se ele é um cara tão desgraçado, pra que perder tanto tempo com ele. Não vai me dizer que é apaixonado por ele né? (terapeuta fala em tom de brincadeira)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: Que isso cara, ta me estranhando?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: (Sorri)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: Porra, vai te fudê!.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: (Fica quieto por um tempo e começa a rir).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: (Ri)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: (continua rindo)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Pois é, sinceramente não vejo porque perder tempo com isso. Mais vale você investir o tempo no seu novo trabalho e conquistar aquela gatinha ² de quem estava falando outro dia, lembra? É uma boa forma de não perder o tempo...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: (Ri)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: Ta safo cara, é, tu finalmente resolveu falar minha lingua hoje.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: Foda-se o cara...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: Ta, ta safo, nosso tempo terminou por hoje, to indo (ainda rindo um pouco).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: (Vê o tempo terminando e se levanta pra sair)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CLEITON&lt;/strong&gt;: (Se direciona para a porta sorrindo)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA&lt;/strong&gt;: Juízo Cleiton, juízo... Até porque quero te ver inteiro pra próxima sessão... e quero saber como foi com a Juliana (a “gatinha” a quem o terapeuta se referiu anteriormente).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;REFLEXÃO: &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;O aconselhamento visou modificar o humor de Cleiton e persuadí-lo para que ele não tomasse nenhuma atitude impulsiva, o que é comum nesse paciente. O estilo de personalidade utilizado pelo terapeuta é válido como estratégia de intervenção em um caso atípico (para maiores informações, pesquisem o livro: Psicoterapia cognitiva dos transtornos de personalidade - Aaron T. Beck e colaboradores).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-5384659777789857872?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/5384659777789857872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=5384659777789857872' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/5384659777789857872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/5384659777789857872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/12/simulacao-de-aconselhamento-psicologico.html' title='Caso 2 - Persuasão de paciente &quot;anti-social&quot;'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-4472682189348642169</id><published>2010-12-28T05:25:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T21:34:05.890-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Seriados e Filmes'/><title type='text'>In Treatment</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRoMfjI8mvI/AAAAAAAAAIs/BIqdg5JwAaM/s1600/gina.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5555766826463173362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRoMfjI8mvI/AAAAAAAAAIs/BIqdg5JwAaM/s320/gina.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O SERIADO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;"In Treatment" é um seriado americano ganhador de dois Emmys e um Globo de Ouro adaptado de uma série israelense. Nele é narrado um período da vida de Paul Weston (Gabriel Byrne), um psicólogo de orientação analitica que passa por um momento de crise na vida pessoal e profissional. O seriado também traz questionamentos éticos e morais relativos ao relacionamento terapeuta/paciente, ou mesmo sobre a eficácia da psicoterapia. A interpretação dos personagens é excelente, com especial destaque a Dianne Wiest no papel de Gina, a ex-orientadora, amiga e psicoterapeuta de Paul. Mais informações podem ser vistas no próprio site da &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0835434/"&gt;HBO&lt;/a&gt;, Wikipédia e no &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0835434/"&gt;Internet Movie Database&lt;/a&gt;. O Promo Trailer pode ser visto pelo youtube clicando &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vz0QnEyiJno"&gt;aqui&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;As segundas-feiras a paciente de Paul é Laura, que esta apaixonada por ele, o problema é que ele sente o mesmo, o que o deixa em um impasse entre expressar seus sentimentos e o mantenimento da ética profissional.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nas terças Paul atende Alex, um militar com proeminentes características narcisistas, e que busca respostas para sua ausência de culpa depois de ter bombardeado um centro religioso islâmico, o que provocou a morte de diversas crianças.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nas quartas-feiras Paul tem como paciente Sophie, uma ginasta que vai ao terapeuta em busca de avaliação psicológica devido a uma suposta tentativa de suícidio.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;As quintas Paul atende um casal, Jake e Amy, que passa por conflitos conjugais e enfrenta a dificil decisão sobre a realização de um aborto.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sexta é finalmente a vez do próprio Paul, que retorna a terapia com sua antiga amiga e mentora Gina, devido a crescente problemática que vivencia entre sua vida profissional e pessoal.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DOWNLOAD&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para quem se interessar ai vão os links para downloads. Eles estão em formato RMVB, podendo ser lidos por alguns programas de computador, como o Real Player.&lt;br /&gt;Para efetuar os downloads de cada episódio, basta utilizar os links abaixo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os arquivos devem ser vistos e deletados do seu computador em um período de até 24 horas, devido aos direitos autorais.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1a Temporada: 1×01 – Laura – Week One&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DAQHRR31B&amp;amp;usg=AFQjCNGcdXaEQP6ayACauyUZHtEBeb0fzg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DAQHRR31B&amp;amp;usg=AFQjCNGcdXaEQP6ayACauyUZHtEBeb0fzg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/7117v0&amp;amp;usg=AFQjCNFcDya5XLYEcvSoTSRjLqjxcG_pXQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/7117v0&amp;amp;usg=AFQjCNFcDya5XLYEcvSoTSRjLqjxcG_pXQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×02 – Alex – Week One&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D8TPJZ2IH&amp;amp;usg=AFQjCNFyPPn4JNQs-3EwGB78oMKDS4XL_Q" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D8TPJZ2IH&amp;amp;usg=AFQjCNFyPPn4JNQs-3EwGB78oMKDS4XL_Q&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/jdh8t3&amp;amp;usg=AFQjCNHM1HWhyjzPMluKLSw2GkdEgT0YjQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/jdh8t3&amp;amp;usg=AFQjCNHM1HWhyjzPMluKLSw2GkdEgT0YjQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×03 – Sophie – Week One&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DUEQEMKXC&amp;amp;usg=AFQjCNHv5llL7R08BF3hMad_rL921Q256w" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DUEQEMKXC&amp;amp;usg=AFQjCNHv5llL7R08BF3hMad_rL921Q256w&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/fuwfgn&amp;amp;usg=AFQjCNFdZWOu124oQZl4Q43Ig15oYgUfww" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/fuwfgn&amp;amp;usg=AFQjCNFdZWOu124oQZl4Q43Ig15oYgUfww&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×04 – Jake &amp;amp; Amy – Week One&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DM04E2BKN&amp;amp;usg=AFQjCNHKEN2WViMhpohkDkW1bFjtK-aN0w" target="_blank" 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href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/9ss6j4&amp;amp;usg=AFQjCNGuSHerOUbhCcq9cGVUEwgvcEnW6g" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/9ss6j4&amp;amp;usg=AFQjCNGuSHerOUbhCcq9cGVUEwgvcEnW6g&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×06 – Laura – Week Two&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D43P9ZHU4&amp;amp;usg=AFQjCNHvt2teOZYpvQpiIbQ1L7I83W1k1Q" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D43P9ZHU4&amp;amp;usg=AFQjCNHvt2teOZYpvQpiIbQ1L7I83W1k1Q&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/aya0u4&amp;amp;usg=AFQjCNHOtKwXFtFmQpFMy_SwyPOofBBF2g" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/aya0u4&amp;amp;usg=AFQjCNHOtKwXFtFmQpFMy_SwyPOofBBF2g&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×07 – Alex – Week Two&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D426R15V4&amp;amp;usg=AFQjCNHwjS-xzOMBbDdio9bpeasYiXKMRA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D426R15V4&amp;amp;usg=AFQjCNHwjS-xzOMBbDdio9bpeasYiXKMRA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/l3c0yl&amp;amp;usg=AFQjCNHZ3lBuoBWrT3qShd1v8SkxW9mSQw" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/l3c0yl&amp;amp;usg=AFQjCNHZ3lBuoBWrT3qShd1v8SkxW9mSQw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×08 – Sophie – Week Two&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DG5CN1A0D&amp;amp;usg=AFQjCNGsWJdtUIztS6ySYKP2YBWrH_vnxw" target="_blank" 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/&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/ryqeiz&amp;amp;usg=AFQjCNGTnBKfLjxOj_AUhGN51NUnk2XcXQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/ryqeiz&amp;amp;usg=AFQjCNGTnBKfLjxOj_AUhGN51NUnk2XcXQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×13 – Sophie – Week Three&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DPO3RIAQH&amp;amp;usg=AFQjCNGC_fXGjp-BDAgqY4Ti5SXF7SZOrA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DPO3RIAQH&amp;amp;usg=AFQjCNGC_fXGjp-BDAgqY4Ti5SXF7SZOrA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/wdroc9&amp;amp;usg=AFQjCNFmwDDDje_lIGGfz_NIB0v9N0FbqQ" target="_blank" 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/&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/1bi83e&amp;amp;usg=AFQjCNFeNPsUL2_j8RoJSjBO4NhWkpvv7g" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/1bi83e&amp;amp;usg=AFQjCNFeNPsUL2_j8RoJSjBO4NhWkpvv7g&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×17 – Alex – Week Four&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DMYAM2FEW&amp;amp;usg=AFQjCNHe1qZwPYOcAdZxeNkWKFxNC-oZwg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DMYAM2FEW&amp;amp;usg=AFQjCNHe1qZwPYOcAdZxeNkWKFxNC-oZwg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/frbauj&amp;amp;usg=AFQjCNGuycMER0YmXlQh1iRABefBn5XZ7w" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/frbauj&amp;amp;usg=AFQjCNGuycMER0YmXlQh1iRABefBn5XZ7w&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×18 – Sophie – Week Four&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DSQSPP55N&amp;amp;usg=AFQjCNHfdwxaLH9gNMhKFiJm76aQnHNyaA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DSQSPP55N&amp;amp;usg=AFQjCNHfdwxaLH9gNMhKFiJm76aQnHNyaA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sendspace.com/file/uu5e5j" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.sendspace.com/file/uu5e5j&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;1×19 – Jack &amp;amp; Amy – Week Four&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DPHX8VLXR&amp;amp;usg=AFQjCNHdA0iBSvDhOA11JH8uKjc4rfPfGQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DPHX8VLXR&amp;amp;usg=AFQjCNHdA0iBSvDhOA11JH8uKjc4rfPfGQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a 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href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DEW30Z0KA&amp;amp;usg=AFQjCNEDkSU7SocgvSTciHM33s_XqHWyWg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DEW30Z0KA&amp;amp;usg=AFQjCNEDkSU7SocgvSTciHM33s_XqHWyWg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/fh4tpj&amp;amp;usg=AFQjCNF2JyQPzB5xHlhNLAB-kBZvjMxJdQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/fh4tpj&amp;amp;usg=AFQjCNF2JyQPzB5xHlhNLAB-kBZvjMxJdQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×23 – Sophie – Week Five&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DHX55KUMS&amp;amp;usg=AFQjCNFPfpPOMmdw471luJ5ZfD8DR6k2iA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DHX55KUMS&amp;amp;usg=AFQjCNFPfpPOMmdw471luJ5ZfD8DR6k2iA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/dbplqx&amp;amp;usg=AFQjCNE9N7wR9cksqjLx1dv0ZTQSW5QcjQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/dbplqx&amp;amp;usg=AFQjCNE9N7wR9cksqjLx1dv0ZTQSW5QcjQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×24 – Jack &amp;amp; Amy – Week Five&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DKS5Z27ST&amp;amp;usg=AFQjCNEfvImgAVkNGZjSDEsAr2XMxeixqQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DKS5Z27ST&amp;amp;usg=AFQjCNEfvImgAVkNGZjSDEsAr2XMxeixqQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/o9idvq&amp;amp;usg=AFQjCNExrrBtK3Kb7TFSFxxJ4kGQpX6Xyg" target="_blank" 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/&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/kqzbgb&amp;amp;usg=AFQjCNHGBpV92dMPoDQ3xfsBj5FWK4jq9g" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/kqzbgb&amp;amp;usg=AFQjCNHGBpV92dMPoDQ3xfsBj5FWK4jq9g&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×28 – Sophie – Week Six&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DKH83LAQH&amp;amp;usg=AFQjCNHvHiETWLgbj1JUdfvRM0RcDbmrVQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DKH83LAQH&amp;amp;usg=AFQjCNHvHiETWLgbj1JUdfvRM0RcDbmrVQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/6hj7mh&amp;amp;usg=AFQjCNGiaEyxCPnz4mBZQJTod1kYH7_wMA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/6hj7mh&amp;amp;usg=AFQjCNGiaEyxCPnz4mBZQJTod1kYH7_wMA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×29 – Jack &amp;amp; Amy – Week Six&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DD6VI7M1Q&amp;amp;usg=AFQjCNH0sqJJpxHohzS8am7KJlmWNetlRg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DD6VI7M1Q&amp;amp;usg=AFQjCNH0sqJJpxHohzS8am7KJlmWNetlRg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/i6e4s6&amp;amp;usg=AFQjCNGx2J5Fy9nYebxNY736R95bqBjlNg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/i6e4s6&amp;amp;usg=AFQjCNGx2J5Fy9nYebxNY736R95bqBjlNg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×30 – Paul &amp;amp; Gina – Week Six&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DAA6POIA4&amp;amp;usg=AFQjCNHnK4G1fnqD7ffuKras1rcyniF_lg" target="_blank" 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Sophie – Week Seven&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D6ZK877O0&amp;amp;usg=AFQjCNEgHTY521TX8OyCr0RTFakR6LhsoA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D6ZK877O0&amp;amp;usg=AFQjCNEgHTY521TX8OyCr0RTFakR6LhsoA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sendspace.com/file/3djt0v" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.sendspace.com/file/3djt0v&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;1×35 – Paul &amp;amp; Gina – Week Seven&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DEPUQ18XS&amp;amp;usg=AFQjCNEFNpR_Gw7m0Gd0cS3yfJcxJlCbnA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DEPUQ18XS&amp;amp;usg=AFQjCNEFNpR_Gw7m0Gd0cS3yfJcxJlCbnA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a 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– Alex – Week Eight&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DCZPK79SX&amp;amp;usg=AFQjCNHf5kFBLRNmDdtyE9qsEuBBBgwljA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DCZPK79SX&amp;amp;usg=AFQjCNHf5kFBLRNmDdtyE9qsEuBBBgwljA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/831o07&amp;amp;usg=AFQjCNHXJ5-Z_aglEX3CQmx-6jWu-0pCIQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/831o07&amp;amp;usg=AFQjCNHXJ5-Z_aglEX3CQmx-6jWu-0pCIQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×38 – Sophie – Week Eight&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D9C4KG74E&amp;amp;usg=AFQjCNHTe2lq9AhK_7oBslryBfXn6uOlCg" target="_blank" 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href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/sxkv7k&amp;amp;usg=AFQjCNHPIdMR0wclqKV9kflSo4pevQA41g" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/sxkv7k&amp;amp;usg=AFQjCNHPIdMR0wclqKV9kflSo4pevQA41g&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1×40 – Paul &amp;amp; Gina – Week Eight&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DZHKGKXQ1&amp;amp;usg=AFQjCNHvUOpmzrTtpfYF9ZdaRXw-Rqn_6g" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DZHKGKXQ1&amp;amp;usg=AFQjCNHvUOpmzrTtpfYF9ZdaRXw-Rqn_6g&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/rt5v2k&amp;amp;usg=AFQjCNGr4vmXw_WgMDDc1sbLKSJbIojX9w" target="_blank" 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/&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2a Temporada: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2×01 – Mia: Week One&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DQ1V16K38&amp;amp;usg=AFQjCNG7AktYquG8vU7YjR3Ok6A7mGXymw" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DQ1V16K38&amp;amp;usg=AFQjCNG7AktYquG8vU7YjR3Ok6A7mGXymw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/uyt2ce&amp;amp;usg=AFQjCNFCVHb9hJEI0U_vTixhicbqyNMVXQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/uyt2ce&amp;amp;usg=AFQjCNFCVHb9hJEI0U_vTixhicbqyNMVXQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×02 – April: Week One&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DH7A338B0&amp;amp;usg=AFQjCNE2SVWGf-sWZI6kVfmQOhtWU_e1qA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DH7A338B0&amp;amp;usg=AFQjCNE2SVWGf-sWZI6kVfmQOhtWU_e1qA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/kfac18&amp;amp;usg=AFQjCNFfFxcB3gAOM4N5oOMjid8-Lyqk6g" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/kfac18&amp;amp;usg=AFQjCNFfFxcB3gAOM4N5oOMjid8-Lyqk6g&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×03 – Oliver: Week One&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D7A8PCM4V&amp;amp;usg=AFQjCNG0165YME98jshuoDbP4r_Tv6OwgA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D7A8PCM4V&amp;amp;usg=AFQjCNG0165YME98jshuoDbP4r_Tv6OwgA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/tn004t&amp;amp;usg=AFQjCNFCW4xs-_QR3At-M0wfpAygcskJ0Q" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/tn004t&amp;amp;usg=AFQjCNFCW4xs-_QR3At-M0wfpAygcskJ0Q&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×04 – Walter: Week One&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DEA55XJCL&amp;amp;usg=AFQjCNEDl5uLmyOiOvMICyXD374HMZ18Kg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DEA55XJCL&amp;amp;usg=AFQjCNEDl5uLmyOiOvMICyXD374HMZ18Kg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/y9jxlu&amp;amp;usg=AFQjCNHtRH5ozB7zprJT9AWtBbb79xSftw" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/y9jxlu&amp;amp;usg=AFQjCNHtRH5ozB7zprJT9AWtBbb79xSftw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×05 – Gina: Week One&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D1PQG6966&amp;amp;usg=AFQjCNF3GUBRtlQ6uWw_fPYyoFJ0cRyQaw" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D1PQG6966&amp;amp;usg=AFQjCNF3GUBRtlQ6uWw_fPYyoFJ0cRyQaw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/x6o45h&amp;amp;usg=AFQjCNF0_woxrOntSAQuF_pCy-He_F0tDw" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/x6o45h&amp;amp;usg=AFQjCNF0_woxrOntSAQuF_pCy-He_F0tDw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×06 – Mia: Week Two&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DNPI0WRJC&amp;amp;usg=AFQjCNHFIHuRZwbMjgNHmMX2Nd8JyjFAjg" target="_blank" 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href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DC26N9CMF&amp;amp;usg=AFQjCNGYxtTQu5HU9Cr3Xg6OldElamx0bg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DC26N9CMF&amp;amp;usg=AFQjCNGYxtTQu5HU9Cr3Xg6OldElamx0bg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/2ayeh8&amp;amp;usg=AFQjCNEY5UB9yApWEKqJsvtvqiQbGHgPeA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/2ayeh8&amp;amp;usg=AFQjCNEY5UB9yApWEKqJsvtvqiQbGHgPeA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×10 – Gina: Week Two&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DID6UBD3A&amp;amp;usg=AFQjCNH5qHybn4fs1MfE1cHTP3Tw2Uk2Yg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DID6UBD3A&amp;amp;usg=AFQjCNH5qHybn4fs1MfE1cHTP3Tw2Uk2Yg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/ii8prp&amp;amp;usg=AFQjCNHDVrBlTrFnL7MDrkxRQuFoJfXL8g" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/ii8prp&amp;amp;usg=AFQjCNHDVrBlTrFnL7MDrkxRQuFoJfXL8g&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×11 – Mia – Week Three&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DVYNZAEJ6&amp;amp;usg=AFQjCNHJ65zKI5UxItJNvB8qXdTbC-zN9Q" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DVYNZAEJ6&amp;amp;usg=AFQjCNHJ65zKI5UxItJNvB8qXdTbC-zN9Q&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/wdppu7&amp;amp;usg=AFQjCNEoqM80rtg--XTGK6XEBaRhdaR9GA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/wdppu7&amp;amp;usg=AFQjCNEoqM80rtg--XTGK6XEBaRhdaR9GA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×12 – April: Week Three&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D6M30G2AP&amp;amp;usg=AFQjCNEOh2OfD2qc7zD7iIw0slu2filX3g" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D6M30G2AP&amp;amp;usg=AFQjCNEOh2OfD2qc7zD7iIw0slu2filX3g&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/8pmnjx&amp;amp;usg=AFQjCNF0M866mRWjP8Ll7gt3VQHf4njayQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/8pmnjx&amp;amp;usg=AFQjCNF0M866mRWjP8Ll7gt3VQHf4njayQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×13 – Oliver: Week Three&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DYBDYEPWI&amp;amp;usg=AFQjCNFAsdjbw1_Be_dwtjQai3JHmRj4CA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DYBDYEPWI&amp;amp;usg=AFQjCNFAsdjbw1_Be_dwtjQai3JHmRj4CA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/j14zl2&amp;amp;usg=AFQjCNEdRyl7byN70-MfDYoE1IVEay_SEA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/j14zl2&amp;amp;usg=AFQjCNEdRyl7byN70-MfDYoE1IVEay_SEA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×14 – Walter: Week Three&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D1X1PTUEZ&amp;amp;usg=AFQjCNHzfOaTHZCb9tMVF2MqnQWw4S9SmQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D1X1PTUEZ&amp;amp;usg=AFQjCNHzfOaTHZCb9tMVF2MqnQWw4S9SmQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/jntp8r&amp;amp;usg=AFQjCNF1bIvFmNXi4hTFR1ZHME3mJqh9kw" 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href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D0EAHSV5T&amp;amp;usg=AFQjCNEGZUx0VBqZBGX0ETGLS_zEb9ywgw" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D0EAHSV5T&amp;amp;usg=AFQjCNEGZUx0VBqZBGX0ETGLS_zEb9ywgw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/fege1z&amp;amp;usg=AFQjCNEbRz-H9kxZBmHkbe2PzcCMZiswmQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/fege1z&amp;amp;usg=AFQjCNEbRz-H9kxZBmHkbe2PzcCMZiswmQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×17 – April: Week Four&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DU41YZ69O&amp;amp;usg=AFQjCNEB5dhhQpYMEkIyDvxwTo5R3tjnTg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DU41YZ69O&amp;amp;usg=AFQjCNEB5dhhQpYMEkIyDvxwTo5R3tjnTg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/qmrhwg&amp;amp;usg=AFQjCNGfNNQdvqxi1I7lcmp4gbPcYlfPPg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/qmrhwg&amp;amp;usg=AFQjCNGfNNQdvqxi1I7lcmp4gbPcYlfPPg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×18 – Oliver: Week Four&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D72RBSXEC&amp;amp;usg=AFQjCNEvzBpoMwhz7Cl4BTSInk2d340X-w" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D72RBSXEC&amp;amp;usg=AFQjCNEvzBpoMwhz7Cl4BTSInk2d340X-w&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/lntrzs&amp;amp;usg=AFQjCNHmifGcb3TrbB3vS4VRL5fCEVrArw" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/lntrzs&amp;amp;usg=AFQjCNHmifGcb3TrbB3vS4VRL5fCEVrArw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×19 – Walter: Week Four&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DVNT5U5T8&amp;amp;usg=AFQjCNGOISTVulIhueifOrhX5e_3y_cUVA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DVNT5U5T8&amp;amp;usg=AFQjCNGOISTVulIhueifOrhX5e_3y_cUVA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/i0sumj&amp;amp;usg=AFQjCNFA9jNtPYZt9aS4SY9fmNQff2R_LA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/i0sumj&amp;amp;usg=AFQjCNFA9jNtPYZt9aS4SY9fmNQff2R_LA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×20 – Gina: Week Four&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DAU0U2K4M&amp;amp;usg=AFQjCNGDAWThWXQ8TsPefxEI35kXjaqLxg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DAU0U2K4M&amp;amp;usg=AFQjCNGDAWThWXQ8TsPefxEI35kXjaqLxg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://ww.sendspace.com/file/kq3im2&amp;amp;usg=AFQjCNEwnNNV-34Gn8Z7uSOCaNwJ7aNNEA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://ww.sendspace.com/file/kq3im2&amp;amp;usg=AFQjCNEwnNNV-34Gn8Z7uSOCaNwJ7aNNEA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×21 – Mia: Week Five&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DKGG7QF5P&amp;amp;usg=AFQjCNHaDGlgb1ZizJScabP_IuSVNiyXtw" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DKGG7QF5P&amp;amp;usg=AFQjCNHaDGlgb1ZizJScabP_IuSVNiyXtw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/u0avbx&amp;amp;usg=AFQjCNEpjCGg7mQJd4enghFoqRvl7bChxg" target="_blank" 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href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DWP7S2VYA&amp;amp;usg=AFQjCNGGuMJZxqwNSjzZPL9kyZhhrbUIlg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DWP7S2VYA&amp;amp;usg=AFQjCNGGuMJZxqwNSjzZPL9kyZhhrbUIlg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/grnkqp&amp;amp;usg=AFQjCNHAy9iFeBAm0Jyu66DWXRaPtXTPug" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/grnkqp&amp;amp;usg=AFQjCNHAy9iFeBAm0Jyu66DWXRaPtXTPug&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×24 – Walter: Week Five&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D19FYULR7&amp;amp;usg=AFQjCNFSByJM9SEQOXYMaEAtXnT1PYdLUQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D19FYULR7&amp;amp;usg=AFQjCNFSByJM9SEQOXYMaEAtXnT1PYdLUQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/uluck8&amp;amp;usg=AFQjCNGiiam3PSQtVb8oQzxbaPk9Lb4qFQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/uluck8&amp;amp;usg=AFQjCNGiiam3PSQtVb8oQzxbaPk9Lb4qFQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×25 – Gina – Week Five&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DQBS90ZMF&amp;amp;usg=AFQjCNETlYf7l5ENkJkWZK3YvxyBT5-30w" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DQBS90ZMF&amp;amp;usg=AFQjCNETlYf7l5ENkJkWZK3YvxyBT5-30w&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/affb7l&amp;amp;usg=AFQjCNFJSC5rb07FvNWe0SD429VeNvmJ2w" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/affb7l&amp;amp;usg=AFQjCNFJSC5rb07FvNWe0SD429VeNvmJ2w&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×26 – Mia: Week Six&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D0TPGW39N&amp;amp;usg=AFQjCNFpR837hFW-Z7SJ7A0brJEJWaeWpw" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3D0TPGW39N&amp;amp;usg=AFQjCNFpR837hFW-Z7SJ7A0brJEJWaeWpw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/mte4n2&amp;amp;usg=AFQjCNFVyqVnHaPNq0t68LuPT-ymOKGQyA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/mte4n2&amp;amp;usg=AFQjCNFVyqVnHaPNq0t68LuPT-ymOKGQyA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×27 – April: Week Six&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DKKJT4VMB&amp;amp;usg=AFQjCNFrfwxLpa-3HADBj2EVUQwV_OIo6w" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.megaupload.com/%3Fd%3DKKJT4VMB&amp;amp;usg=AFQjCNFrfwxLpa-3HADBj2EVUQwV_OIo6w&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×28 – Oliver: Week Six&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/c1xjmj&amp;amp;usg=AFQjCNHlBqZPx5F4z7Djk4WOLUn213lQCA" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/c1xjmj&amp;amp;usg=AFQjCNHlBqZPx5F4z7Djk4WOLUn213lQCA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×29 – Walter: Week Six&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/y3431l&amp;amp;usg=AFQjCNEAfxxHhgVPI1cjWoUtQ6fFwR7kYw" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/y3431l&amp;amp;usg=AFQjCNEAfxxHhgVPI1cjWoUtQ6fFwR7kYw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×30 – Gina: Week Six&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sendspace.com/file/gdzs3o" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.sendspace.com/file/gdzs3o&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;2×31 – Mia: Week Seven&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/s74kjl&amp;amp;usg=AFQjCNGuuZtCkJ4mnTqbfgI9GgtGe38pgQ" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/s74kjl&amp;amp;usg=AFQjCNGuuZtCkJ4mnTqbfgI9GgtGe38pgQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×32 – April: Week Seven&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/ggxeh7&amp;amp;usg=AFQjCNEPBXyMbrUZFUjBNH8lJTa3GxLxxg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/ggxeh7&amp;amp;usg=AFQjCNEPBXyMbrUZFUjBNH8lJTa3GxLxxg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×33 – Oliver: Week Seven&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sendspace.com/file/o8ff99" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.sendspace.com/file/o8ff99&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2×34 – Walter: Week Seven&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sendspace.com/file/z9oiz4" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.sendspace.com/file/z9oiz4&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;2×35 – Gina: Week Seven Season Finale&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/cxgwmb&amp;amp;usg=AFQjCNGYWNI6v3cj2MGv1SecrEjH06YFUg" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://www.sendspace.com/file/cxgwmb&amp;amp;usg=AFQjCNGYWNI6v3cj2MGv1SecrEjH06YFUg&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-4472682189348642169?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/4472682189348642169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=4472682189348642169' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/4472682189348642169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/4472682189348642169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/12/in-treatment.html' title='In Treatment'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRoMfjI8mvI/AAAAAAAAAIs/BIqdg5JwAaM/s72-c/gina.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-3863281722534692676</id><published>2010-12-27T20:27:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T09:23:42.912-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Frases'/><title type='text'>Frases</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRocO7Y4rnI/AAAAAAAAAI8/s1NBztJ4Cno/s1600/intrpsicolog_conhecimento01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5555784133100744306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 182px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRocO7Y4rnI/AAAAAAAAAI8/s1NBztJ4Cno/s320/intrpsicolog_conhecimento01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;B. F. SKINNER&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"Education is what survives when what has been learned has been forgotten".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Educação é aquilo que resta quando o que foi aprendido é esquecido".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"Society attacks early, when the individual is helpless".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"A sociedade tende a atacar, quando o indivíduo esta vulnerável". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"A failure is not always a mistake, it may simply be the best one can do under the circumstances. The real mistake is to stop traying".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"Uma falha não é sempre um erro, pode ser simplesmente o melhor que alguém pode fazer sob as circunstâncias em que se encontra. O real erro é parar de tantar". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"The real problem is not whether machines think but whether men do".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O verdadeiro problema não é se as máquinas pensam, mas se os homens também o fazem".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"We shouldn't teach great books; we should teach a love of reading".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Não deveriamos ensinar grande livros; deveriamos ensinar o amar pela leitura".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"I did not direct my life. I didn't design it. I never made decisions. Things always came up and made them for me. That's what life is".&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Eu não dirigi minha vida. Eu não fiz projetos. Eu nunca tomei decisões. Coisas sempre vem a mim e acontecem pra mim. Isso é a vida".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"If you're old, don't try to change yourself, change your environment".&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Se você é velho, não tente mudar a si próprio, mude seu ambiente".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;LINUS PAULING&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"A melhor maneira de ter uma boa ideia é tendo muitas ideias".&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-3863281722534692676?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/3863281722534692676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=3863281722534692676' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/3863281722534692676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/3863281722534692676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/12/frases.html' title='Frases'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRocO7Y4rnI/AAAAAAAAAI8/s1NBztJ4Cno/s72-c/intrpsicolog_conhecimento01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-7965022460618157918</id><published>2010-12-27T18:10:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T09:41:32.102-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Behaviorismo Radical'/><title type='text'>Comportamento Social no Behaviorismo Radical</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRlOVFAcVdI/AAAAAAAAAIc/oskA0-Pc3zk/s1600/social_media_clutter.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5555557739366471122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 294px; CURSOR: hand; HEIGHT: 254px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRlOVFAcVdI/AAAAAAAAAIc/oskA0-Pc3zk/s320/social_media_clutter.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O presente post trata de um resumo do Capítulo XIX (Comportamento social) do Livro Ciência e Comportamento Humano de B. F. Skinner.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comportamento social&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com B. F. Skinner o comportamento social constitui-se do comportamento de duas ou mais pessoas em relação a uma outra ou em relação ao ambiente comum. Os métodos das ciências naturais seriam capazes de explicar o comportamento social do indivíduo, uma vez que o comportamento por si só é sempre de um único organismo e ocorre por meio dos mesmos processos utilizados em uma situação não-social. Sendo assim, explicar o comportamento de pessoas em grupos não requer novas terminologias ou a pressuposição de novos processos ou princípios. Buscar uma teoria simples e objetiva é o caminho mais adequado no desenvolvimento científico e no caso da teoria comportamental, é possível, com poucos pressupostos, explicar a vasta gama de comportamentos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O ambiente social &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um organismo é relevante para outro, fazendo parte de seu ambiente. O comportamento social é mais extenso e flexível do que o comportamento individual reforçado por outros estímulos ambientais, pois o reforço social costuma abranger inúmeras variáveis, dependendo também da condição do agente reforçador. Um ser humano reforça outro de sua espécie, entretanto, os reforçadores que o sujeito A pode aplicar em uma dada ocasião em um sujeito B para fortalecer uma determinada resposta, podem variar em outra situação, na medida que o organismo que reforça também muda seu repertório comportamental de acordo com o estado de seu próprio organismo (o mundo sob a pele) e por estímulos punitivos e reforçadores que tenha recebido em suas outras interações sociais e com o ambiente em geral. Isso torna o repertório comportamental muito abrangente e extremamente passível de mudanças.&lt;br /&gt;Pode-se dizer que os esquemas de reforço são particularmente relevantes no processo de interação social, pois a maioria dos comportamentos é estabelecido por reforços intermitentes. No comportamento de “chateação”, por exemplo, a pessoa é reforçada algumas vezes e não é punida por seu comportamento, até que ele se estabeleça de maneira variável. Quando esse comportamento ocorre em dada situação e não recebe mais o reforço apropriado, o que se pode observar é a emissão continua da resposta. Portanto, duas solicitações de respostas podem se transformar em seis ou mais, de maneira insistente. Diante da obtenção de sucesso em obter o reforço, o sujeito reforçado alcança um número cada vez maior de tentativas para obter o reforçador na medida que este funcionou anteriormente.&lt;br /&gt;Quando um sujeito reforçador se torna difícil de contentar, o reforço fica contingente a um comportamento mais amplo ou altamente diferenciado. Um exemplo seria o do gerente de uma fábrica de peças automotivas que reforça o funcionário com um leve aumento de salário quando este aumenta a produção. O gerente é também reforçado pelo aumento na produção, exigindo assim, uma maior produtividade do funcionário que, consequentemente será levemente reforçado por bonificação, e assim sucessivamente. Este processo de reforço mútuo ocorre na maior parte das interações sociais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O estímulo social&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As outras pessoas fazem parte de um ambiente material constituindo-se do mesmo modo em estímulos. Na medida em que algumas propriedades desses estímulos são difíceis de serem descritos em termos físicos, é fácil supor que sejam um processo de intuição.&lt;br /&gt;O sorriso, por exemplo, ultrapassa a capacidade de investigação do cientista, uma vez que há diversas formas de sorriso que ocorrem em diferentes situações. O sorriso, portanto, não é como uma forma geométrica, a qual pode-se estabelecer um critério preciso de descrição e avaliação. Essa forma de expressão facial pode ser, tanto “amigável” como “agressiva”, determinado pela cultura e história particular do indivíduo, e por suas consequências sociais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O episódio social&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dois indivíduos em uma dada sociedade podem servir de estímulo um ao outro. O mesmo também ocorre com outros organismos. No comportamento de caça de um predador e de fuga de uma presa, uma redução na distância entre o predador e a presa é positivamente reforçadora para o predador e negativamente reforçadora para a presa; já um aumento na distância é negativamente reforçador para o predador e positivamente reforçador para a presa. O mesmo ocorre com os reforçadores verbais entre dois sujeitos que conversam, como quando um indivíduo se aproxima de um tópico delicado para o outro sujeito da conversa. Os estímulos verbais podem ter propriedades reforçadoras ou aversivas.&lt;br /&gt;Dois indivíduos podem regular seu comportamento, um em relação ao outro na medida em que um estabelece seu papel como líder. Um exemplo seria na brincadeira do cabo de guerra, no qual um indivíduo estabelece um padrão rítmico para puxar a corda e o segundo regula seu comportamento com base no comportamento do primeiro. O primeiro consequentemente responderá apropriadamente a ação do segundo e assim sucessivamente, gerando-se assim uma ação conjunta. O mesmo tipo de interação pode ser observada em diversos comportamentos, como em uma dança. Uma vez que o líder também depende dos liderados, pode-se dizer que o líder também é controlado por eles. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Episódios verbais&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diz-se frequentemente que uma pessoa tem um efeito sobre outra além do limite das ciências físicas. Muitos desses exemplos são abrangidos pelo comportamento verbal. Uma análise mais aprofundada, no entanto, demonstra que esse efeito é passível de análise dos métodos científicos. Os sons representam vibrações de intensidade variada no ar e as estruturas vocais responsáveis por sua emissão fazem parte de uma esturura biológica do próprio organismo. Com as estruturas auditivas responsáveis pelo processo inicial de recepção dos sons ocorre o mesmo, sendo estes traduzidos em uma linguagem (informação) assimilada pelo sistema nervoso central. Para todos os efeitos esses eventos físico-químicos fazem parte do organismo e não constituem fenômenos ditos “mentais” no sentido de serem eventos imateriais e incapazes de serem compreendidos.&lt;br /&gt;As palavras supostamente expressam ideias ou significados, porém é possível realizar uma análise típica das ciências naturais. O comportamento verbal que um indivíduo executa em relação a outro, como o pedir um cigarro ou pedir um copo d'água, não surte efeito em um ambiente puramente mecânico, mas foi condicionado por uma comunidade verbal, ainda que intermitentemente. O sujeito em algum ponto de sua história gerou uma discriminiação, de modo que a resposta não é emitida na ausência de um membro da comunidade. Discriminações mais sutis que tenham se constituído aumentam a probabilidade de responder na presença de determinadas pessoas.&lt;br /&gt;Pode ocorrer que um sujeito B reforce a resposta no sujeito A ou assemelhe-se a alguém que o fez. Um exemplo, seria a criança que esta jogando futebol com os amigos e, com sede, decide bater na casa de uma mulher idosa pedindo um copo dágua. Nesse caso, o comportamento pode ocorrer devido ao sucesso na aquisição do copo d'água com outros mulheres idosas. Do mesmo modo, uma condição de privação, aumenta a probabilidade de emissão de um dado comportamento, tal como no exemplo supracitado (sede ou privação de água).&lt;br /&gt;Pode-se também parear um estímulo aversivo a um determinado evento ou sequência de eventos. Por exemplo, o caso de um sujeito (A) que sempre caminha por um bairro perigoso e é frequentemente abordado por um sujeito (B) que lhe pede um cigarro. Suponha-se que, o sujeito B lhe peça um cigarro e o sujeito A não o dê. Seguido a isso, o sujeito B torna-se agressivo. Nesse caso um estímulo aversivo condicionado, fará com que o sujeito A só possa escapar concordando em um pedido futuro de cigarros por parte do sujeito B. Nessa situação hipotética, um “obrigado” do sujeito B após a obtenção do cigarro e seu respectivo afastamento sem apresentar qualquer estímulo aversivo em relação ao sujeito A, indicará uma redução na ameaça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Interação instável&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos sistema sociais mostram uma mudança progressiva. Estímulos verbais, por exemplo, só costumam ser eficientes quando combinados com o comportamento de outros membros do grupo. Isso é comum em avisos de “Silêncio” ao entrar em uma biblioteca, se diversos sujeitos que já estão lá estiverem falando normalmente, o aviso teria pouco efeito. Se os indivíduos estivessem falando em voz baixa, a probabilidade daqueles que recém entraram de falar em voz baixa seria maior. Entretanto, bastaria alguns poucos indivíduos que estão sob menor grau de controle do aviso começarem a falar normalmente e a probabilidade de que o mesmo ocorra com os outros membros do grupo se elevará.&lt;br /&gt;A interações mudam de momento a momento, na medida que uma resposta altera levemente a outra. Tal instabilidade pode ser percebida quando dois indivíduos se empenham em uma conversa casual que culmina em uma discussão repleta de insultos, podendo chegar ao nível da violência física.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Variáveis de suporte no episódio social&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Geralmente as pessoas sempre tem algo a oferecer umas as outras, reforçando-se mutuamente. É assim que as relações se mantém.&lt;br /&gt;É possível que o grupo realize a manipulação de variáveis específicas a fim de gerar tendências de comportamento que resultem no reforço de outros. O grupo pode reforçar um indivíduo por ajudar aos demais, por ser sincero e por retribuir favores; em determinadas situações e contextos, porém, ele pode reforçar comportamentos criminosos e egoístas.&lt;br /&gt;Pode-se exemplificar a competição entre dois amigos. Quando o comportamento de um pode ser reforçado apenas à custa do comportamento do outro. Um comportamento de cooperação, no qual o reforço de um ou mais indivíduos depende do comportamento de ambos ou de todos, não se opõe a competição, requerindo um sistema intercruzado.&lt;br /&gt;Os sistema interrelacional pode, porém, entrar em colapso. Isso é demonstrado quando um indivíduo que não é adequadamente controlado pela cultura adquire vantagem pessoal temporária por meio da exploração do sistema, gerando mentira, não retribuição de favores, quebra de compromissos, etc. Os sujeitos lesados após algum tempo deixam de ser responsivos a determinados estímulos que lhe são apresentados, gerando assim o colapso no sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O grupo como uma unidade que se comporta&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sempre um único indivíduo que se comporta, ainda que possa se comportar junto a outros. Sendo assim, o entendimento do comportamento não exige qualquer método científico de origem diferente dos métodos de uma ciência natural.&lt;br /&gt;É possível avaliar o que leva um jovem a se juntar a uma turma, bem como o que leva um homem a agredir alguém, bastando análisar as variáveis geradas pelos grupos que reforçam determinados tipos de comportamento, tais como a reunião e conformação.&lt;br /&gt;As consequências reforçadoras produzidas pelo grupo excedem com facilidade as consequências que poderiam ser obtidas pelos membros que agissem separadamente. Comportar-se como outras pessoas se comportam tende a ter grande probabilidade de ser reforçado, do mesmo modo que olhar para uma vitrine em que todos estão olhando teria maior probabilidade de ser reforçador do que olhar para uma que não atraiu ninguém. Esse tipo de situação produz uma tendência a se comportar como os outros o fazem.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-7965022460618157918?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/7965022460618157918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=7965022460618157918' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/7965022460618157918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/7965022460618157918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/12/comportamento-social-no-behaviorismo.html' title='Comportamento Social no Behaviorismo Radical'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRlOVFAcVdI/AAAAAAAAAIc/oskA0-Pc3zk/s72-c/social_media_clutter.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-8332997909968827659</id><published>2010-12-27T12:09:00.000-08:00</published><updated>2010-12-27T20:21:44.704-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Behaviorismo Radical'/><title type='text'>A Ciência segundo B. F. Skinner</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRlkzdMHzwI/AAAAAAAAAIk/3VswB11ATUw/s1600/Skinner%2B-%2Bmouses.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5555582450509795074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 196px; CURSOR: hand; HEIGHT: 301px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRlkzdMHzwI/AAAAAAAAAIk/3VswB11ATUw/s320/Skinner%2B-%2Bmouses.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O objetivo da ciência não é somente compreender, mas também exercer controle sobre seu objeto de estudo e os eventos estreitamente relacionados. Ela é mais do que a mera descrição dos acontecimentos à medida que ocorrem. É uma tentativa de mostrar que certos acontecimentos estão ordenadamente relacionados com outros.&lt;br /&gt;Para aplicar os métodos da ciência aos assuntos humanos é preciso pressupor que o comportamento é ordenado e determinado. Esta é, de fato, uma possibilidade que desagrada a muitas pessoas por se opor a uma tradição de longo tempo, que encara o homem como um agente livre, cujo comportamento é fruto de de mudanças interiores espontâneas, ao invés da condições antecedentes específicas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diferente de outras formas de conhecimento, na ciência é mais comum que os cientistas rejeitem suas próprias autoridades quando interferem com a observação da natureza, de modo a aceitar os fatos mesmo quando eles se opõe a seus desejos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O comportamento como uma matéria científica é difícil, não porque seja inacessível, mas porque é extremamente complexo. Desde que é um processo, e não uma coisa, não pode ser facilmente imobilizado para observação. Como algo mutável e fugaz, faz grandes exigências técnicas de engenhosidade e energia do cientista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na física o príncipio da indeterminação diz que há circunstâncias sob as quais o físico não pode obter toda informação relevante, ou seja, optando por observar um evento não poderá observar outro. Certos eventos também parecem ser imprevisíveis no campo do comportamento humano. Entretando, isso não prova que esses eventos sejam livres ou asbitrários. Quando não somos capazes de avaliar processos complexos, não se segue que o comportamento humano seja livre, mas somente que pode estar além do atual alcande de uma ciência do comportamento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É comum que se argumente que a razão não pode compreender a si mesma, como se o comportametno requerido para se entender o próprio comportamento deva ser alguma coisa além do comportamento que é compreendido. Apesar do conhecimento estar delimitado pelas limitações do próprio organismo que conhece, mas as leis e sistemas da ciência visam diminuir a relevância do conhecimento de eventos particulares. Ou seja, o homem não precisa conhecer todos os fatos de um dado campo, mas sim compreender todas as espécies de fatos.Não há razão para supor que o intelecto humano seja capaz de compreender e formular os príncipios básicos do comportamento. Apesar de cada indivíduo ser único, seu comportamento deve estar sujeito a príncipios gerais que define a singularidade de outros indivíduos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobre os termos "causa" e "efeito", Skinner diz que:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[...] já não são usados em larga escala na ciência. [...] Os termos que os substituem, contudo, referem-se ao mesmo núcleo fatual. Uma 'causa vem a ser uma 'mudança em uma variável independente' e um 'efeito', uma 'mudança em uma variável dependente'. A antiga 'relação de causa e efeito' transforma-se em uma 'relação funcional'. Os novos termos não sugerem como uma causa produz o seu efeito, meramente afirmam que eventos diferentes tendem a ocorrer ao mesmo tempo, em uma certa ordem. [...] (Skinner, 2007, p. 24) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-8332997909968827659?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/8332997909968827659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=8332997909968827659' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/8332997909968827659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/8332997909968827659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/12/ciencia-segundo-b-f-skinner.html' title='A Ciência segundo B. F. Skinner'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRlkzdMHzwI/AAAAAAAAAIk/3VswB11ATUw/s72-c/Skinner%2B-%2Bmouses.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-7248211348561654402</id><published>2010-12-22T17:08:00.000-08:00</published><updated>2010-12-27T11:38:18.947-08:00</updated><title type='text'>Introdução sobre o questionamento do livre-arbítrio.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;De maneira geral, as pessoas assumem-se como livres, como donas de seu próprio destino, entretanto, parece que esquecem que existem causas para seus comportamentos que levam-nas a se comportar como o fazem. De maneira geral, algumas podem dizer que existem fatores que atuam em seus comportamentos, mas que apesar disso seriam livres para escolher se esses fatores terão ou não eficácia sobre elas. Ou podem dizer que podem resistir heroicamente a tais influência externas e também as internas (orgânicas).&lt;br /&gt;As pessoas porém acreditam que há diferenças discerníveis entre o comportamento de povos asiáticos e africanos, entre brasileiros e argentinos, entre dois cachorros da mesma raça, entre homens e mulheres, e assim por diante. Podemos assumir que eles se comportam de forma diferente porque assim o escolheram, ou podemos dizer que se comportam dessa forma porque seus ambientes físicos tanto atuais como passados (incluindo história de vida de cada indivíduo), seus próprios corpos (fatores généticos, etc.) lhes estímula a isso.&lt;br /&gt;A cultura evoluiu até um certo ponto com a perspectiva de que nosso comportamento observável e nossos pensamentos (que aqui chamarei de "comportamentos encobertos") não possuem relação causal com os eventos ambientais. É evidente que essa influência não foi a única dominante, e atualmente a maioria das pessoas admitiria que crê haver influência do ambiente. O que ocorre é que a crença do grau de influência que o meio ambiente tem sobre nós pode variar de cultura para cultura ou mesmo de pessoa para pessoa em uma determinada cultura.&lt;br /&gt;Porém, se refletirmos um pouco mais sobre a questão perceberemos haver contradições dentro da concepção do livre-arbitrio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grande parte da população admite que um criminoso é responsável por seus atos e livre para agir como o faz, mas também assumem que os crimes podem ser influenciados por nosssa história de vida (carência de educação familiar e escolar, violência sofrida na infância, etc.), ou mesmo por fatores emocionais e ambientais mais recentes, como é parte do que ocorre nos chamados crimes passionais. Em situações como essa temos problema para definir o livre arbitrio, pois assumimos que o sujeito foi determinado pelos fatores do ambiente, mas também é responsável pelo ato. Essa concepção de liberdade individual existe no direito pois é de extrema utilidade social. Sem tal conceito, o estado de direito sofre um abalo em sua estrutura, e as consequências dessa concepção em um primeiro momento, se mal expressadas poderiam ser bastante complexas, seja para aqueles que estão no topo dessa estrutura, como para a própria população, que até certo ponto se beneficia de sua atuação; afinal de contas, se admitimos que um assassino é determinado por diversos fatores, sejam eles genéticos ou culturais, surge uma dificil questão, o que fazer com ele? Responsabilizar o sujeito pelo comportamento que emite não soluciona o problema do livre-arbitrio, mas gera um curso de aão satisfatório para o grupo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Manter-nos nessa ilusão, porém, não nos leva a respostas concretas a cerca das causas do comportamento humano.&lt;br /&gt;Temos a impressão de que somos livres ou que nossos pensamentos determinam &lt;em&gt;a priori&lt;/em&gt; o comportamento encoberto e observável que emitimos, pois é mais fácil encontrar relação entre um comportamento observável e um evento encoberto, como por exemplo, as emoções, porque ela ocorre pouco antes da emissão do comportamento observável. O fato é que mesmo as emoções são estados do organismo, como as respostas fisiológicas (ex.: sudorese, taquicardia, etc.), somado a respostas no sistema nervoso, que são condicionadas em uma interação com o meio ambiente. Logo, um indivíduo com transtorno do pânico que terá reações "emocionais" variadas, pode ter seu ataque desencadeado por inúmeras variáveis ambientais, devido a um aprendizado por condicionamento respondente e operante. Essas variáveis determinarão o desencadear do ataque, sua intensidade, etc. Porém, até certo ponto poderiamos controlar o ataque, ou poderemos buscar tratamento médico e psicológico para ele. Isso muitas vezes nos da a noção de livre-arbitrio, em que afirmamos coisas como "posso não controlar muito bem o ataque, mas posso escolher tratá-lo, por isso sou livre". Na verdade isso não acaba com o problema da determinação do comportamento, pois se buscamos tratamento para o ataque de pânico, o faremos porque diversos fatores ambientais, como p. ex. o próprio grupo social, pode ter nos insentivado a fazê-lo, direta (através de nossa experiência passada) ou indiretamente (observando outras pessoas fazendo tratamento, ou ouvindo falar que outros buscaram tratamento, etc).&lt;br /&gt;Se acreditassemos que temos plenas escolhas sobre nosso destino sem qualquer influência ambiental, não colocariamos nossos filhos nas escolas, não investiriamos em saúde mental, não tentariamos controlar o comportamento das pessoas mediante o sistema prisional, etc. Para que investir em educação e ensino de ética e cidadânia se podemos escolher pelo "bem" ou "mal" (ou seria melhor dizer: pelo comportamento socialmente aceito ou não aceito) sem influência do meio onde vivo? Tal afirmação soa ridicula, mesmo para aqueles que creem na liberdade do comportamento humano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se tivessemos escolhas livres, porque escolher se comportar de forma tipicamente avaliada como maldosa? Ou porque escolher ser homossexual, já que o sujeito estaria exposto ao precocneito social? A resposta é mais simples, não temos controle sobre todas as variáveis que nos determinam, e quando finalmente somos capazes de controlar o ambiente, só o fazemos porque também estamos sendo determinados a fazê-lo. Confuso? Inicialmente sim; novos posts esclarecerão melhor a questão elucidando melhor como a interação organismo-ambiente é capaz de prover comportamentos complexos, como o próprio "autocontrole", a "criatividade", a "violência", entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse post é um questionamento feito sem qualquer refinamento, a fim de tratar dos problemas relativos ao comportamento humano sob uma perspectiva científica, mais precisamente, na perspectiva do &lt;em&gt;Behaviorismo&lt;/em&gt; Radical. Em posts posteriores discutirei questões como o condicionamento respondente e operante e filosofias comportamentalistas, a afim de elucidar a questão da determinação do comportamento humano. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-7248211348561654402?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/7248211348561654402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=7248211348561654402' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/7248211348561654402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/7248211348561654402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/12/introducao-sobre-o-questionamento-do.html' title='Introdução sobre o questionamento do livre-arbítrio.'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-7264026120495215389</id><published>2010-09-14T18:55:00.000-07:00</published><updated>2010-12-27T18:58:00.760-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aconselhamento psicológico'/><title type='text'>Caso 1 - Decisão sobre aborto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;SIMULAÇÃO DE ACONSELHAMENTO PSICOLÓGICO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Janaina chegou ao consultório para tomar a decisão de realizar ou não um aborto. O psicólogo que realiza o aconselhamento é do sexo masculino e seu referencial é a teoria psicodinâmica. Ele reconhece que há geralmente uma questão ética envolvida na decisão de um aborto, mas a paciente, porém, não aparentou relevar tal questão. Tornou-se necessário, portanto, que o profissional introduzisse o assunto, não por fazerem parte de seus valores pessoais, mas para realmente constatar se a paciente não estava isolando o afeto em relação a tal decisão, o que poderia levá-la a sentir-se culpada posteriormente.&lt;br /&gt;A paciente parecia muito despreocupada para quem esta quase tomando a decisão sobre um aborto. O psicólogo percebe é que Janaina já chega com uma decisão praticamente tomada e insiste e sutilmente induz o profissional a dar sua aprovação pessoal, de modo a permitir tal decisão. Ao longo da sessão fica claro que Janaina é uma pessoa emocionalmente instável e que teme intensamente a rejeição.&lt;br /&gt;Depois de alguns minutos de conversa sobre a paciente e sua tomada de decisão a respeito do aborto, chegou-se ao momento da consulta em que o terapeuta consegue “romper com as defesas” da paciente (ver abaixo). Percebendo que a paciente se encontra em dúvida, o terapeuta utiliza-se de uma estratégia predominantemente interpretativa, para que ela repense a decisão do aborto. Como a paciente respondeu bem ao uso dessa abordagem, o terapeuta não necessitou utilizar de “persuasão” de forma diretiva. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Na verdade o aborto ficou marcado pra depois de amanhã...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Mal posso esperar para adiar a gravidez por um tempo... Daqui há umas semanas começo cursinho. Vou tentar facul de Administração.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; É interessante que você tenha usado a expressão “adiar”. Você disse “adiar por um tempo”...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Humm... (segue-se um período de silêncio; a paciente fica com uma expressão séria)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Você acha que isso significa alguma coisa?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; (A paciente segue em silêncio).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Janaina, adiar significa “deixar para depois”. Sim, você poderia adiar uma gravidez se partissemos do pressuposto de que você estivesse planejando engravidar. Mas você acha que abortar uma gravidez significa “adiar por um tempo”?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Você acha que significa mais alguma coisa?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Na verdade é uma decisão importante que você esta refletindo. O que você acha que isso significa?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Não sei... Na verdade, acho que não.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Eu não sei, você esta me deixando confusa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Se eu não fizer isso vou atrasar minha vida, vou perder o Cesar, meu namorado, eu não sei se ele aceitaria.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Humm, são questões importantes a serem avaliadas. Então, uma das razões pela qual você reflete a possibilidade de um aborto é seu namorado...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Me fale um pouco sobre ele, seu namorado. Vocês já conversaram sobre isso?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Hummm... não...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Mas estou com medo...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; De falar com ele a respeito?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Eu não sei se ele aceitaria... Ele tem tantos planos. E um filho agora, eu fico com medo de que ele possa se irritar e achar que eu planejei isso sabe...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Meu pai, que na verdade era meu padrasto, já que eu não conheci meu pai biológico, teve essa reação com minha mãe quando ela engravidou pela segunda vez...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; E ela realizou o aborto?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Sim.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Como exatamente você acha que seu namorado poderia reagir?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Eu realmente não sei.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Seu namorado já se mostrou intolerante com você em alguma ocasião?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Na verdade, ele é bastante tolerante... Ele nunca me levantou a voz...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA: &lt;/strong&gt;Você disse que ele tem muitos planos para o futuro. E pelo que me disse ainda não haviam discutido sobre gravidez. Apesar disso você estão juntos a bastante tempo, como um casal... E você sempre fala sobre a opinião dele... mas pelo que você me disse, não sabemos exatamente qual é essa opinião...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Você acha que ele gostaria de participar dessa decisão?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Eu não sei. Ele sempre me ouviu muito...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; É, acho que to errando em fazer isso sem ele saber... o filho também é dele... Eu antes sempre pensava que era errado abortar... Quando a mãe me falava que fez isso por causa do meu pai, me dava enjoo sabe...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Me sinto aliviada de ter conversado disso com você... Mas o que você acha que eu deva fazer agora?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; O único meio de saber a reação de seu namorado e o que ele pensa sobre essa decisão, seria contando a ele sobre a gravidez. O que você pensa sobre o que estou dizendo?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Não sei, tenho medo sabe. Talvez se eu te... (paciente interrompe sua sua fala)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Você se refere a fazer uma tentativa de contar a ele?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Talvez eu devesse.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Por que você acha que eu to excluindo ele?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA: &lt;/strong&gt;Eu devo ter sido mesmo uma pessoa horrível.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Não acho que você seja uma pessoa horrível.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Mas porque eu fui por esse rumo?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Conversamos muito pouco para que possamos ter absoluta certeza. Mas pelo que você me disse, o aborto de sua mãe a abalou bastante.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Uhum...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Essa situação pode, ao menos em parte, explicar alguns de seus sentimentos sobre a gravidez e sobre seu namorado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Você percebe uma relação entre esses dois eventos: entre o aborto de sua mãe e a sua intenção de realizar um aborto?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Na verdade eu nunca tinha visto por esse lado... mas faz sentido sim. Eu andei sonhando muito com isso, com o aborto da mãe e lembrando muito daquilo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Talvez no fundo, haja uma impressão de que o Cesar, seu namorado, poderia reagir como seu pai reagiu com sua mãe. Nesse caso, fazer um aborto seria uma forma de realizar a suposta vontade dele sem que ele se quer demonstrasse raiva com você... É como se você estivesse antecipando o que inicialmente pensou que seria a reação dele.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Isso faz algum sentido pra você?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Isso me assusta um pouco. Lembro muito do meu pai fazendo isso com a mãe... (paciente faz leve expressão de choro).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Acho que errei em não contar pra ele, to me sentindo péssima.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Mas você também é homem. Seja sincero. Você acha que ele (Cesar) também vai me forçar?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; As pessoas são diferentes Janaina. Seu namorado pode não ter necessariamente a mesma opinião que seu pai. Como eu disse, só há um meio de descobrir.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Sim, então eu vou contar pra ele.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Então, sobre a cirurgia (aborto) que esta marcada... (nesse momento o terapeuta é interrompido por Janaina)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Já decidi, vou cancelar! (fala em tom elevado)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Você se sente capaz de conversar a respeito disso com seu namorado?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA: &lt;/strong&gt;Acho que posso tentar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERAPEUTA:&lt;/strong&gt; Uhum. Façamos assim. Como você disse, desmarque o procedimento e tente conversar com ele e marcaremos uma consulta para conversarmos sobre o que aconteceu. Esta bem assim pra você?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JANAINA:&lt;/strong&gt; Sim. Me deseje sorte... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-7264026120495215389?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/7264026120495215389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=7264026120495215389' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/7264026120495215389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/7264026120495215389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/09/simulacoes-de-aconselhamento.html' title='Caso 1 - Decisão sobre aborto'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-8403812097767638902</id><published>2010-09-03T10:59:00.000-07:00</published><updated>2010-12-30T07:38:44.529-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicoterapia'/><title type='text'>A Psicoterapia Psicodinâmica tem ou não tem eficácia?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRynIjybdyI/AAAAAAAAAKs/ygx_iUg5VPk/s1600/patient-therapist.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556499805755897634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 216px; CURSOR: hand; HEIGHT: 182px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRynIjybdyI/AAAAAAAAAKs/ygx_iUg5VPk/s320/patient-therapist.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Estava lendo um artigo denomidado &lt;a href="http://www.apa.org/pubs/journals/releases/amp-65-2-shedler.pdf"&gt;A Eficácia da Psicoterapia Psicodinâmica&lt;/a&gt; publicado recentemente por Jonathan Shelder, pesquisador e "amante" da teoria psicodinâmica. Abaixo, minha reflexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o autor há a crença disseminada entre os profissionais, acadêmicos, e em muitos leigos, de que os conceitos e tratamento psicodinâmicos carecem de apoio empirico ou que inumeras evidências científicas demonstram que outras formas de tratamento são mais efetivas. No entanto, tais afirmativas não são verídicas.&lt;br /&gt;Diversos estudos de meta-análise sobre as terapias psicodinâmicas demonstram sua eficácia no tratamento de diversos transtornos mentais. Segundo os estudos citados no artigo, a abordagem psicodinâmica demonstrou grande efetividade em praticamente todos os transtornos avaliados nesses estudos: transtornos somáticos, transtornos de personalidade (como o Transtorno de Personalidade &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Borderline&lt;/span&gt;, entre outros. Nem todos os estudos comparavam a efetividade do modelo psicodinâmico com o modelo cognitivo-comportamental, mas os estudos que faziam tal comparação demonstraram uma maior efetividade no primeiro modelo (lembrando que ambos se mostraram efetivos). Uma hipótese seria a de que a cognição não é o elemento mais determinante de mudança nas psicoterapias, mas sim os elementos afetivos, com os quais a abordagem psicodinâmica supostamente trabalha de forma mais enfática. É preciso, também, lembrar que tais estudos não conseguem afirmar exatamente quais técnicas estão sendo mais efetivas para tais mudanças e o próprio autor aborda o fato de que tais dados não necessariamente corroboram as teorias ou modelo de tratamento psicanalíticos. Do mesmo modo que estudos sobre a efetividade das terapias cognitivas não possam afirmar precisamente se seus beneficios se devem as mudanças cognitivas almejadas pelos terapeutas. Há a hipótese de que existiriam os "universais" das psicoterapias - as técnicas que provavelmente são utilizadas em todos os modelos psicoterápicos. Um exemplo seria a "escuta empática" (segundo o modelo cognitivo), chamada de "audiência não punitiva" na teoria comportamental do Skinner, que afirmava que não punir o paciente permite que ele execute comportamentos (principalmente verbais) que a sociedade condena (pune), evitando assim o comportamento de "esquiva" e possibilitando reduzir, ou mesmo extinguir completamente determinados comportamentos (respostas), algo que Freud provavelmente percebia há muito tempo, embora tenha fornecido suas próprias interpretações.&lt;br /&gt;Uma última questão a se avaliar, é que tais estudos não focam na eficácia de técnicas específicas das psicoterapias psicodinâmicas e nem na psicoterapia aplicada em indivíduos diagnósticados com transtornos específicos, o que nos forneceria mais dados para termos uma ideia mais clara sobre o que pode haver de efetivo dentro das técnicas utilizadas e em quais transtornos se mostram mais efetivos (algo que sem os estudos só podemos hipotetizar). Bem, provavelmente há mais artigos que tratam do assunto, inclusive sobre a efetividade da TCC, mas isso fica pra outro momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Seguem-se algumas informações retiradas do artigo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As características que distinguem a terapia psicodinâmica de outras formas de terapia são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Foco no afeto e expressão das emoções&lt;br /&gt;2. Exploração de tentativas de evidar pensamentos e sentimentos angustiantes&lt;br /&gt;3. Identificação de temas e padrões recorrentes&lt;br /&gt;4. Discussão de experiência passada&lt;br /&gt;5. Foco nas relações interpessoais&lt;br /&gt;6. Foco no relacionamento terapêutico&lt;br /&gt;7. Exploração das fantasias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira grande meta-análise de estudos sobre os resultados de psicoterapia incluiu 475 estudos e resultou em uma magnitude de efeito global (vários diagnósticos e tratamentos) de 0.85 para pacientes que receberam psicoterapia comparados com controles não tratados.&lt;br /&gt;A influente revisão de Lipsey e Wilson tabulou resultados para 18 meta-análises relativas aos resultados de psicoterapia geral, que tinham uma média de magnitude de efeito de 0.75. Ele também tabulou resultados de 23 meta-análises relativas aos resultados da TCC e modificação comportamental, que teve uma magnitude de efeito médio de 0.62. Uma meta-análise de Robinson, Berman, e Neimeyer (1990) resumiu os achados de 37 estudos de psicoterapia preocupados especialmente com os resultados no tratamento da depressão, que tinham uma magnitude de efeito global de 0.73. Estes são efeitos relativamente grandes.&lt;br /&gt;A &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Cochrane Library&lt;/span&gt; publicou um estudo metodologicamente rigoroso de psicoterapia psicodinâmica, que incluiu 23 ensaios clínicos randomizados de 1431 pacientes. O estudo comparou pacientes com uma série de desordens mentais comuns que receberam terapia psicodinâmica de curto-prazo (&lt;&gt; 9 meses após o tratamento). Além das mudanças nos sintomas gerais, a meta-análise relatou uma magnitude de efeito de 0.81 para mudança em sintomas somáticos, que aumentaram para 2.21 em um acompanhamento de longo-prazo; um magnitude de efeito de 1.08 para mudança em avaliações de ansiedade, que aumentaram para 1.35 no acompanhamento; e uma magnitude de efeito de 0.59 para mudança em sintomas depressivos, que aumentaram para 0.98 no acompanhamento. A consistente tendência para tamanhos de efeito maiores no f&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;ollow-up&lt;/span&gt; sugere que a terapia psicodinâmica põe em movimento os processos psicológicos que levam à mudança em curso, mesmo depois do término do tratamento. Uma meta-análise relatada no &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;American Journal of Psychiatry&lt;/span&gt; examinou a eficácia da terapia psicodinâmica (14 estudos) e da TCC (11 estudos) para transtornos de personalidade. A meta-análise relatou tamanho de efeito do pré-tratamento ao pós-tratamento usando o follow-up mais longo disponível. Para a terapia psicodinâmica (tempo médio de tratamento foi de 37 semanas), o período médio de acompanhamento foi de 1.5 anos e a magnitude de efeito do pré-tratamento ao pós-tratamento foi de 1.46. Para a TCC (tempo médio de tratamento foi 16 semanas), o período médio de acompanhamento foi de 13 semanas e o tamanho do efeito foi 1.0. Os autores concluíram que ambos os tratamentos demonstraram efetividade. Uma mais recente revisão da terapia psicodinâmica de curto-prazo (média de 30.7 sessões) para transtornos de personalidade incluiu dados de sete ensaios clínicos randomizados. O estudo avaliou o resultado do mais longo período de acompanhemento (uma média de 18.9 meses pós-tratamento) e relatou uma magnitude de efeito de 0.91 para melhora dos sintomas gerais (N = 7 estudos) e 0.97 para a melhora no funcionamento interpessoal (N = 4 estudos). Os achados relativos aos transtornos da personalidade são particularmente intrigantes. Um recente estudo de pacientes com Transtorno de Personalidade &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Borderline&lt;/span&gt; não só demonstrou os beneficios do tratamento que igualou ou excedeu aqueles de outros tratamentos baseados em evidências, como terapia comportamental dialética (Linehan, 1993), mas também mostrou mudanças no mecanismos psicológicos subjacentes (processos intrapsíquicos) que se acredita medeiam a mudança dos sintomas nos pacientes &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;borderlines&lt;/span&gt; (especificamente, mudanças na função reflexiva e organização da vinculação; Levy et al., 2006). Essas mudanças ocorrem nos pacientes que receberam psicoterapia psicodinâmica, mas não nos pacientes que receberam terapia comportamental dialética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;NOTA SOBRE A METODOLOGIA DE ESTUDO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;A meta-análise é um método vastamente aceito de resumir e sintetizar os resultados de estudos independentes. A meta-análise torna os resultados de diferentes estudos comparáveis convertendo os resultados em uma métrica comum, permitindo que os resultados sejam agregados ou agrupados através de estudos. Uma métrica amplamente utilizada é a "magnitude de efeito", que é a diferença entre o grupo controle e o grupo de tratamento, expressada em unidades de desvio padrão. Uma magnitude de efeito de 1.0 significa que a média de pacientes tratados é um desvio padrão mais saudável que na distribuição normal ou "curva de bell" do que a média de pacientes não tratados. Em pesquisas médicas e psicológicas, uma magnitude de efeito de 0.8 é considerada um grande efeito, uma magnitude de efeito de 0.5 é considerada um efeito moderado, e uma magnitude de efeito de 0.2 é considerada um efeito pequeno.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-8403812097767638902?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/8403812097767638902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=8403812097767638902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/8403812097767638902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/8403812097767638902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2010/09/psicoterapia-psicodinamica-tem-ou-nao.html' title='A Psicoterapia Psicodinâmica tem ou não tem eficácia?'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRynIjybdyI/AAAAAAAAAKs/ygx_iUg5VPk/s72-c/patient-therapist.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-1212424516402374060</id><published>2008-12-09T17:49:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T18:51:51.460-08:00</updated><title type='text'>Hipnose</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/ST8uppALMkI/AAAAAAAAAGE/y7Edkm9fzn4/s1600-h/hipnus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277988581217612354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 104px; CURSOR: hand; HEIGHT: 104px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/ST8uppALMkI/AAAAAAAAAGE/y7Edkm9fzn4/s320/hipnus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A hipnose é uma prática muito antiga, pregressa a quais quer relatos escritos. Em diversas culturas humanas houve métodos de indução hipnótica. Povos de todo o mundo o utilizaram por meio de cânticos, mantras, sons rítmicos de tambores, em práticas de meditação, Yôga, artes marciais e para finalidades ritualísticas religiosas e de cura. A hipnose moderna começa em 1773, com Franz Mesmer, um médico que acreditava obter curas por meio de magnetismo animal. Mais tarde foi questionado por uma comissão de intelectuais da época, sendo denunciado por fraude. A partir daí começaram pesquisas de maior significância sobre o fenômeno que seria posteriormente utilizado por psiquiatras e psicanalistas, como Charcot, Breuer e Freud.&lt;br /&gt;Imagine a si mesmo dirigindo um carro em uma estrada. Você fixa a atenção nas faixas, enquanto passam monótona e gradativamente, aos poucos ficando sonolento. O som do rádio toca ao fundo uma música suave e relaxante. Você sem se dar conta pode estar aos poucos entrando em um estado de maior receptividade a sugestões.&lt;br /&gt;Provavelmente todos nós já passamos pelo processo de indução hipnótica, de forma mais ou menos aprofundada. Portanto, não constitui um acontecimento raro ou anormal. O operador (termo de Erickson para hipnotizador) pode fazer sugestões pós-hipnóticas, em que dá ao hipnotizado determinada mensagem ou ordem. Por exemplo, lhe diz que sempre que observar determinado objeto sentirá um sabor de algo doce na boca. Pode sugerir a ele ter menor estresse e sugerir-lhe também mecanismos para lidar com este.&lt;br /&gt;Antes de discorrer mais a fundo sobre a hipnose, é importante fixar-se, em outro fenômeno que é fundamental dentro dela, a consciência. Esta permanece sendo um tema controverso, alvo de estudos de diversos pesquisadores. Para o filósofo da mente, John Searle o conceito é simples, sendo um fenômeno biológico natural, em suas palavras: “Consciência se refere àqueles estados de sensibilidade e ciência que começam normalmente quando acordamos de um sono sem sonho e continua até que durmamos novamente, caímos em coma, morremos ou ficamos inconscientes”. O próprio Searle complementa nos dizendo que: “A consciência (...) é um fenômeno interno de primeira pessoa”.&lt;br /&gt;A consciência de seres humanos, tais como a de outras espécies de animais, tais como pássaros, mamíferos, entre outras, esta condicionada a estruturas neurônicas complexas (SHIMIDT et al, 1979, p. 329). Para o homem a consciência é, pois, indispensável para o adequado processo de adaptação deste ao seu meio ambiente. William James, nos primórdios dos estudos da Psicologia enquanto ciência independente, já nos falava, de seu potencial de garantir ao homem, tal como afirma Shimidt, fixar-se em diferentes estímulos e aprender coisas novas, consumando assim o já mencionado processo adaptativo.&lt;br /&gt;Importante atributo da consciência e ferramenta da hipnose é a atenção. O hipnotizado deverá focá-la em um determinado aspecto de sua imensa gama de experiências internas ou estímulo ambiental externo. No caso da hipnose a voz do hipnotizador é um dos estímulos. Tomando o exemplo de Myers, em seu livro “Introdução à Psicologia”, tente imaginar-se dirigindo um carro pela primeira vez. Obviamente despenderemos grandes esforços a fim de coordenarmos e memorizarmos toda uma seqüência de movimentos. Pisar no acelerador com a pressão adequada, manusearmos o volante, e o câmbio e ainda mantermos a atenção no espelho retrovisor e velocímetro. Até que de esta atividade, de tanto realizada, termine por se automatizar exigir menos demanda de nossa consciência. Dirigir um carro torna-se então, uma tarefa simples. As de mais atividades de nosso cotidiano, com as quais não possuímos experiência prévia não ocorrem muito diferente, como podemos constatar por meio da experiência.&lt;br /&gt;Segundo Myers e Davidoff, ao longo de nossa vida experienciamos, o que se chamam, diferentes estados de consciência. Como exemplo, temos o sono e dentro destes subfases (estágios), tais como o sono NREM (Non Rapid Eyes Moviment), os estágios 1, 2, 3, 4 e o sono REM. Se considerarmos a consciência como um conjunto de capacidades produzidas pelo cérebro humano, tais como atenção, pensamento, entre outras, poderíamos afirmar a hipnose como sendo um estado alterado.&lt;br /&gt;É possível produzir, por meio de sugestão, alucinações no hipnotizado. Tal efeito sugere alterações em elementos que provavelmente caracterizam a consciência. A hipnose poderia ser também um estado de consciência dissociada, como acreditam muitos pesquisadores.&lt;br /&gt;Funções cognitivas associadas com os lobos frontais do cérebro, podem estar especificamente envolvidos na hipnose. A área frontal tem, no entanto, sido de grande interesse quando se pesquisa por mudanças neurais associadas com a hipnose. Foi especificado em estudo experimental de caso com um indivíduo considerado altamente hipnotizável, um “virtuoso”. Este foi submetido à hipnose e, utilizando-se do eletroencefalograma (EEG), demonstrou-se que a hipnose induz reorganização na composição de oscilações cerebrais especificamente in no córtex pré-frontal e lobo e hemisférios direito do lobo occiptal.&lt;br /&gt;A hipnose ficou caracterizada por uma significativa assimetria do hemisfério direito dominante. Os padrões EEG gerais observados durante a hipnose não retornaram aos níveis EEG base registrados.&lt;br /&gt;Os resultados da EEG, refletida na ativação neural e cognitiva também demonstram que, de fato, há um acréscimo no alerta e atenção na hipnose. Cabe, porém, lembrar que este é um estudo de caso.&lt;br /&gt;Muitos teóricos, no entanto, conceituam a hipnose como uma extensão de capacidades normais do ser humano. Este proveniente de uma extraordinária influência social sobre os indivíduos.&lt;br /&gt;Indivíduos não hipnotizados são capazes de realizar muitas das ações que indivíduos hipnotizados demonstram-se capazes de fazer. Tal como, o exemplo da "fantástica ‘prancha humana", em que um homem enrijece seu corpo, ficando deitado ereto somente com os ombros e cabeça sobre uma cadeira e a extremidade inferior das pernas sobre outra. Da mesma forma muitos afirmam que, por meio da hipnose, é possível fazer com que um indivíduo realize ações perigosas, para si e para os demais. Porém, estudos envolvendo influência social revelam que pessoas não hipnotizadas também podem.&lt;br /&gt;Experimentos e teorias provenientes das pesquisas em Psicologia Social, como a teoria da Inércia Social de Bibb Latané, o estudo da conformidade e aprovação social de Asch e o experimento a respeito de figuras de autoridade de Milgram, revelam a influência da sociedade e do hipnotizador em nossas ações e julgamentos. No exemplo de Milgram, os indivíduos despojam-se de sua responsabilidade ao receberem ordens de “superiores”, julgando que a responsabilidade por seus atos, deixa de ser suas.&lt;br /&gt;Como nos mostram tais estudos, representamos ou introjetamos em nosso dia-a-dia diversos papéis sociais, sejam eles familiaresm profissionais, entre outros. Papéis que nos afirmarão uma identidade e permitirão nossa adaptação ao meio social, trazendo-nos satisfação.&lt;br /&gt;Diariamente forjamos também, expectativas quanto aos eventos, o que influirá em nossas reações ao nos depararmos com eventos semelhantes. Um voluntário à hipnose pode, pois, gerar uma expectativa quanto à experiência e voluntarizar-se a se comportar da forma que acha que um hipnotizado deva se comportar, ou seja, incorporar o papel que lhe foi dado. Prontificando-se a participar de uma sessão de hipnose com uma platéia observando, o indivíduo pode, portanto, ver-se pressionado a desempenhar tal papel com sucesso. É possível que tal expectativa produza igualmente uma forte inclinação às ordens do hipnotizador. Somado aos fatores sociais, hipnotizadores utilizam-se também de fatores fisiológicos. Qualquer um, se colocado em um ambiente calmo e confortável, tenderá a sentir-se mais relaxado e sonolento. Se mantivermos os olhos abertos olhando para cima os sentiremos cansarem. Da mesma forma é fato conhecido, hipnotizadores usarem técnicas de indução ao transe. Pede-se, por exemplo, para que os voluntários ao processo cruzem os dedos das mãos com força em determinadas posições e sugerir-lhes que estas se tornem mais difíceis de serem separadas por vontade consciente. Realmente, as mãos “atadas” em certas posições podem se tornar difíceis de separar, porém não impossível. Tais fatos, somados a sugestão do hipnotizador podem produzir fortes resultados, tornando os candidatos à hipnose mais receptivos as sugestões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALEXANDER A. FINGELKURTS et. al., Hypnosis Induces A Changed Composition of Brain Oscillations in EEG: A Case Study.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARONSON, Elliot, Psicologia Social, 3ª ed., Ed. LTC, 2002, RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAVIDOFF, Linda, Introdução a Psicologia, 3ª ed., 2004, SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ERICKSON, Milton, Hipnose médica e odontológica, ed. Editorial Psy, 1994, SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MYERS, David, Psicologia, Ed. LTC, 2006, RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SCHIMIDT, R. F., Neurofisiologia, editora E.P.U, 1979, SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEARLE, John R., O mistério da consciência, editora Paz e Terra, 1998, SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KANTOWITZ, Barry H., Psicologia Experimental, Ed. 8ª, ed. Thompson, 2006, SP.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-1212424516402374060?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/1212424516402374060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=1212424516402374060' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/1212424516402374060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/1212424516402374060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2008/12/hipnose.html' title='Hipnose'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/ST8uppALMkI/AAAAAAAAAGE/y7Edkm9fzn4/s72-c/hipnus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-2796867221866999031</id><published>2008-05-22T22:28:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T00:41:42.918-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leia e reflita'/><title type='text'>Atuação e personalidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/SDix78Vo3LI/AAAAAAAAAC4/P4gD2wcMsok/s1600-h/8313973.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204105012793892018" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/SDix78Vo3LI/AAAAAAAAAC4/P4gD2wcMsok/s320/8313973.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Leia e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;reflita&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digamos&lt;/span&gt; que você participe de um grupo de teatro. Você e seu grupo decidem fazer uma brincadeira, que consiste em durante o período de uma semana interpretar uma personagem no seu dia-a-dia para ver as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;reações&lt;/span&gt; das pessoas às personagens criadas, bem como treinar suas capacidades de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;atuação&lt;/span&gt;, afinal, não haveria treino melhor do que na própria realidade, enganando as pessoas no dia-a-dia. A interpretação tem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ínicio&lt;/span&gt;, e vai muito bem, a cada dia você adquiri cada vez mais facilidade para agir como o personagem fazendo-o de forma cada vez mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;automática&lt;/span&gt;, sem ser tanto você mesmo ao ter alguma falha na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;atuação&lt;/span&gt;. No terceiro dia de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;atuação&lt;/span&gt;, você, ou talvez seja melhor dizer, o personagem que você interpreta, conhece uma menina enquanto anda de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;ônibus&lt;/span&gt; e acaba por gostar realmente dela e ela de você. Vocês trocam números de telefone e passam a se encontrar ao longo da semana. Porém, você fica inseguro de perder sua afeição ao admitir que aquele que ela conheceu é na verdade uma personagem, uma interpretação sua, e que na realidade sua verdadeira personalidade, gostos, e maneirismos são no entanto significativamente diferentes, seu temor no entanto não reside na mentira, mas sente-se angustiado pois sabe que ela se apaixonou por um personagem e não por aquilo que você costuma ser. Você termina por seguir com a farsa. Um tempo depois ela acaba por descobrir, por meio de um amigo que você mentiu o tempo todo e termina com você, você tenta convencê-la a voltar atrás e revela-lhe sua personalidade verdadeira, porém ela não só não sente qualquer &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;atração&lt;/span&gt; por ela, como também não estaria de qualquer forma disposta a perdoá-lo pelo que você fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- As &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;questões&lt;/span&gt; que quero tratar com essa e&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;stórinha&lt;/span&gt; inventada são:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;. Seria o personagem que você interpretou durante todo esse tempo e que ganhou o amor da menina, você?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;. Por que a menina se irritaria também com a questão da mentira?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;. Pressupomos que aquilo que você interpretou seja de certa forma você, ao menos você utilizou de conhecimentos que dispunha para promover tal &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;atuação&lt;/span&gt;, então não seria por você que a menina se apaixonou?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;. Há grande diferença entre aquilo que você é e aquilo que você conhece, sabe e usa para promover uma interpretação?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;. E se o personagem for interpretado durante tanto tempo que chegue a se tornar um comportamento praticamente automático, uma vez que é executado &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;inumeras&lt;/span&gt; vezes, então passaria a ser "natural" do sujeito? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conclusão:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obviamente o proposto experimento mental não apresenta uma resposta única e totalmente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;objetiva&lt;/span&gt;, porém serve para exercitar o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;raciocinio&lt;/span&gt; e nos mostrar certas verdades a que estamos habituados e que muitas vezes negamos ou nos passam simplesmente desapercebidas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é verdade que nós no nosso dia-a-dia interpretamos papéis? Fingimos ser educados quando não temos vontade por que isso nos é incentivado, quando não o&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;bviamente&lt;/span&gt; imposto sobre nós e que ocorre devido à diversas normas sociais...O marido por exemplo diz para a esposa que a calça &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Jeans&lt;/span&gt; que ela usa cabe-lhe perfeitamente no corpo, enquanto na verdade ela esta acima do peso ou dizemos que a comida da sogra esta saborosa quando de fato não sentimos que esteja. Com o caso da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;atuação&lt;/span&gt; é diferente, mas não tanto quanto imaginamos, de fato se observarmos perceberemos o quão artificiais seriam muitos de nossos comportamentos, sendo que por mais estranho que seja é muito do que nos define como seres humanos. Quantas vezes não executamos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;ações&lt;/span&gt; que a príncipio não nos eram naturais, e nem consideradas comuns e com o tempo depois de certo treino tornaram-se automáticas e tomadas por nós como verdades. Já vi muitas crianças se questionarem quanto a certas crenças ou sentido de certos acontecimentos, como por exemplo, a existência de Deus, por que as crianças não devem fumar sendo que muitas vezes seus próprios pais fumam, ou por que tem que ir pra escola desde pequenas. Geralmente elas receberam uma brilhante resposta de seus pais que serve para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;responder&lt;/span&gt; à todas as questões: "Porque sim". Será mesmo que isso é uma boa resposta? O que eu sei é que de fato evita ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;encomodado&lt;/span&gt; e dá um fim na conversa!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-2796867221866999031?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/2796867221866999031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=2796867221866999031' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/2796867221866999031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/2796867221866999031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2008/05/atuao-e-personalidade.html' title='Atuação e personalidade'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/SDix78Vo3LI/AAAAAAAAAC4/P4gD2wcMsok/s72-c/8313973.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-6999612924607314764</id><published>2008-05-19T20:38:00.000-07:00</published><updated>2010-12-29T22:09:58.772-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia Social'/><title type='text'>A inércia social e a difusão de responsabilidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRwhVZFzyaI/AAAAAAAAAKU/D4fYS9M3j2s/s1600/Cabo%2Bde%2Bguerra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556352691664570786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRwhVZFzyaI/AAAAAAAAAKU/D4fYS9M3j2s/s320/Cabo%2Bde%2Bguerra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma observação usual que muitos de nós fizemos, é a de que pessoas trabalhando em um grupo costumam não se esforçar o suficiente, muitas vezes deixando que os outros façam o trabalho. Provavelmente já tivemos essa impressão em relação aos de mais ou mesmo conosco. Pois justamente a cerca disso um psicólogo social, chamada Bibb Latané, ao pesquisar a literatura a cerca desse fenomêno já então estudado desenvolveu uma teoria a respeito dessa observação e a chamou de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;inércia social&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Um dos primeiros estudos a respeito dessa teoria foi realizada por um engenheiro agrônomo francês (Ringelmann, 1913). Na tentativa de verificar se este suposto fenômeno constituia uma verdade, ele elaborou um experimento que consistia em medir a força com que os participantes puxavam uma corda, por meio de medidores sensíveis à pressão nela colocados, primeiramente sozinhos, posteriormente em grupo. Se os participantes despendessem a mesma força tanto sozinhos como em grupo, então o desempenho grupal seria a soma dos esforços conjuntos dos participantes. No primeiro caso o participante utilizava uma força X que será tomada aqui como uma porcentagem de 100 (100%). Posteriormente foram colocados dois participantes a puxar a corda, como esperado a força despendida pelos participantes decaiu de 100% para cerca de 95%, em seguida foram utilizados na medição grupos de 3 e 8 pessoas, a força despendida na tarefa decaiu para 85% e 49%, respectivamente.&lt;br /&gt;O resultado é interessante e comprova a hipótese levantada, a de que quando atuamos em grupo dividimos a responsabilidade da ação com os de mais membros do grupo, diminuindo assim o esforço realizado, como já nos sugere próprio nome do experimento.&lt;br /&gt;Essa pesquisa interessou principalmente à instituições, em geral empresas, que necessitavam lidar com tal fenômeno e intencionavam aumentar o índice de produção dos empregados. Para isso uma possível solução seria uma avaliação individual dentro do contexto grupal no qual os trabalhadores operam, anulando assim o efeito da Inércia Social.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Latané prosseguiu executando uma série de experimentos concernentes à inércia social junto de seus colaboradores. O fenômeno de fato foi constatado por meio de outros experimentos que não só o de puxar a corda, mostrando-se presente em diversas culturas, sendo caracteristico não só em adultos, como também em crianças.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os índicios desses estudos apontam para a teoria da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;difusão de responsabilidade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, como uma possível razão para o fenômeno. As pessoas que trabalham sozinhas julgam-se responsáveis por terminar determinada tarefa, porém quando trabalham em grupo, esse senso de responsábilidade difunde-se para os de mais. O mesmo ocorre, por exemplo, se um professor nos faz uma pergunta em sala de aula, e nela há somente dois alunos presentes, de fato nos sentiriamos fortemente responsáveis por responder a questão, mas caso houvesse mais 40 ou 50 alunos na sala a situação seria diferente, nos sentiriamos menos responsáveis por dar uma resposta. De forma semelhante em uma situação de emergência, em que alguêm, por exemplo, sofra um acidente e precise de ajuda, sentiriamos o peso da responsabilidade sobre nós, o que nos orna mais propensos a tomar uma atitude, muito mais do que se houvesse outras pessoas que poderiam ajudar o ferido. Isso revela que a disposição das pessoas em ajudar em uma crise encontra-se inversamente relacionada ao número de outras pessoas presentes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-6999612924607314764?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/6999612924607314764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=6999612924607314764' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/6999612924607314764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/6999612924607314764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2008/05/inrcia-social.html' title='A inércia social e a difusão de responsabilidade'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TRwhVZFzyaI/AAAAAAAAAKU/D4fYS9M3j2s/s72-c/Cabo%2Bde%2Bguerra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-7758870692176610695</id><published>2008-04-15T20:18:00.000-07:00</published><updated>2008-05-22T12:48:53.432-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><title type='text'>Resumo de Filosofia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ai vão algumas coisas que achei relevantes no texto “Filosofia: elucidações conceituais”. (Cap.4) relacionadas também a algumas de outras leituras.&lt;br /&gt;Estudem também pelos textos, pois estes são apenas alguns pontos que considerei importantes para facilitar a retenção de informações na memória, o que não exclui de forma alguma os de mais dados propiciados pelos textos fornecidos pelo Prof. Ériko.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Filosofia:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Forma racional de compreensão do mundo, homem, realidade, etc. É uma forma crítica de ver o sentido e significado do mundo e das coisas e que direciona a vida dos indivíduos e do coletivo. Relaciona-se a nossa práxis, e tem por objetivo também criticar as mesmas, tais como, por exemplo, as praticas das ciências e seus métodos. Visa também entender o que é a arte, as questões que tratam sobre o bem e o mal (ética), enfim...um “Conhece-te a ti mesmo” e um “conhece o mundo”.&lt;br /&gt;Nasce do espanto e admiração de si e do mundo. Não seria uma posse da verdade, mas sua busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do inventário do senso comum que se pode iniciar o processo crítico do próprio entendimento do mundo. O primeiro passo no exercício do filosofar é identificar os princípios do senso comum que dão sentido e razão de ser à nossa existência. O segundo passo desse exercício é produzir uma crítica sistemática da concepção fragmentária, ingênua e contraditória do mundo. O terceiro passo do filosofar é resultado do segundo: a construção de um entendimento coerente, orgânico e sistemático de compreender a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modo de exercitar o saber filosófico em Sócrates continha duas partes: a primeira denominava-se “ironia”, que em grego possui o significado de “perguntar”, tinha por objetivo questionar o entendimento comum que os interlocutores de Sócrates tinham dos fenômenos, fatos, acontecimentos cotidianos, etc. Quando ele percebe que seus entendimentos de mundo eram frágeis ia para o segundo passo chamado “maiêutica”, que significava parto, ele dizia ter herdado isso de sua mãe que era parteira, porém ele auxiliava a dar a luz idéias verdadeiras, verdade essa que direcionaria a prática moral dos seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dialética Platônica significa retomada da maiêutica socrática, acrescentando a contraposição, em que as intuições vão sendo contrapostas até que se chegue a um ponto mais aproximado das essências ideais. Ele trata do mundo das idéias, ou seja, das essências, portanto do verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles levou a filosofia a um maior exercício lógico. Procedia por meio do encadeamento de proposições lógicas, seu raciocínio dedutivo tentando assim chegar a verdade. Ele ia das considerações genéricas para as especificas, formulando as proposições universais assumidas como verdadeiras para que delas deduzisse outras proposições coerentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santo Agostinho retoma na idade média parte da forma de filosofar da antiguidade grega. Para ele a verdade esta dentro de si mesmo, de sua alma e que coincidia com Deus. Sua obra Soliloquium trata de fazer diálogos consigo próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas são algumas das informações dos de mais textos:&lt;br /&gt;(OBS: não tratei resumidamente de todas as partes devido ao pouco tempo que tive disponível; Ficou também excluso o texto “Principais períodos históricos”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sócrates é condenado à morte por envenenamento (por ingestão de cicuta), acusado de corromper a juventude e negar os deuses da cidade. Teria na realidade perturbado com a ordem e poder social estabelecido que favorecia certos grupos e indivíduos que desejavam manter as coisas como estavam.&lt;br /&gt;Guiava-se pelo principio de que nada sabe, e disso parte para o questionamento do que lhe era familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filosofia de vida seria um filosofar espontâneo de todos nós. Contudo a reflexão do filósofo tem exigências de rigor que vão além do que é habitualmente proposto pelo senso comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filosofia seria radical por buscar explicitar os conceitos fundamentais usados em todos os campos do pensar e do agir. A reflexão filosófica deve ser rigorosa, em método, linguagem, sistematização. A filosofia é globalizante no sentido de visar ao todo, possui uma função interdisciplinar estabelecendo elos entre as diversas formas do agir e pensar humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Filosofia e ciência:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A ciência tende para a especialização enquanto a filosofia ainda visa o todo. A ciência adquire maior objetividade, devido as suas investigações e verificabilidade, que lhes permitem uniformidade de conclusões. Cientistas também muitas vezes se utilizam das questões filosóficas em seus estudos, ao tentar, por exemplo, entender o que é ciência, o que é método, qual sua validade, etc.&lt;br /&gt;A filosofia pode fazer uma discussão moral sobre as implicações das ciências e seus resultados éticos, seus métodos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Formas de conhecer:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;*Intuição&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;É o ponto de partida do conhecimento, possibilidade de invenção, descoberta, grandes “saltos” no saber humano.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Intuição sensível&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;: Conhecimento imediato dado pelos órgãos dos sentidos.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Intuição inventiva&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;: Intuição do sábio, artista, cientista, quando criam novas hipóteses; também na vida diária, enfrentamos situações que exigem soluções inventivas, verdadeiras invenções súbitas.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Intuição intelectual&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;: é a que se esforça por captar diretamente a essência do objeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;*Conhecimento discursivo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o conhecimento que se dá por meio de conceitos. Opera por etapas, encadeamento de idéias, juízos e raciocínios que levam a determinada conclusão. Para isso a razão precisa abstrair (“isolar”, “separar de”). O fazemos, por exemplo, ao separarmos um elemento de uma representação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A verdade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O falso e o verdadeiro não estão na coisa mesma, mas no juízo, no valor de verdade da afirmação, no qual se estabelece o vínculo entre sujeito e objeto. Há verdade ou não dependendo de como aparece para o sujeito que conhece. Por isso dizemos que algo é verdadeiro quando é o que parece ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ceticismo e dogmatismo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dogmatismo é a doutrina segundo a qual é possível atingir a certeza. Do ponto de vista religioso é a verdade fundamental e indiscutível de uma doutrina. No campo não religioso passa a designar as verdades não questionadas e inquestionáveis, a pessoa de posse da verdade fixa-se nela e abdica de continuar a busca. O mundo muda e os acontecimentos se sucedem e ele permanece petrificado nos conhecimentos dados de uma vez por todas.&lt;br /&gt;Ceticismo significa “procura”, “investigação”, diz que a sabedoria não consiste em alcançar a verdade, mas somente em procurá-la. O cético tanto observa e tanto considera o que conclui, nos casos mais radicais, pela impossibilidade do conhecimento. Nas tendências moderadas orienta-se para a suspensão provisória de qualquer juízo ou admite uma forma relativa de conhecimento (relativismo), reconhecendo os limites para a apreensão da verdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-7758870692176610695?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/7758870692176610695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=7758870692176610695' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/7758870692176610695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/7758870692176610695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2008/04/resumo-de-filosofia.html' title='Resumo de Filosofia'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444640423197914826.post-2827640224061328590</id><published>2008-04-14T20:20:00.000-07:00</published><updated>2008-05-20T00:19:46.948-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia Social'/><title type='text'>Resumo de Psicologia Social</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O QUE É PSICOLOGIA SOCIAL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO: PSICOLOGIA E PSICOLOGIA SOCIAL&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Psicologia estuda o comportamento, desde os condicionados conscientemente até os inconscientes a diversos níveis. Para determinar se determinado comportamento é social leva-se em conta as influências genéticas e ambientais no organismo, bem como suas características individuais geradas por esses dois fatores.&lt;br /&gt;A Psicologia Social visa estudar o comportamento de indivíduos no que tange suas influências sociais, ainda assim buscando o que nos caracteriza como espécie dentro de certas condições ambientais. Para isso estuda a linguagem, história, cultura,entre outros fatores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMO NOS TORNAMOS SOCIAIS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os outros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano ao nascer é frágil e necessita do outro para sobreviver e posteriormente se desenvolver, o que já o fará membro de um grupo.&lt;br /&gt;Nos grupos sociais encontramos normas, que caracterizam os papéis sociais, determinando assim as relações de seus indivíduos que serão mais ou menos rígidas, dependendo da necessidade de manutenção do mesmo. Temos como exemplo o papel de mãe, pai, professor, policial, entre muitos outros. Mas para que todos esses papéis sejam “interpretados” faz-se necessário que exista sempre uma interação entre os indivíduos e que haja respectivos papéis que os complementem, é o exemplo do chefe e seus chefiados.&lt;br /&gt;A individualidade pode existir desde que se mantenham as relações básicas exigidas e as características essenciais do papel para a manutenção dessa sociedade. O viver em grupo também constitui essa individualidade, pois permite o confronto em que cada um é capaz de construir seu eu nessas interações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Identidade social&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É o que nos caracteriza como pessoa. Nossos traços de personalidade, história de vida, etc. Basicamente o que respondemos quando alguém pergunta sobre quem somos e que basicamente se constrói em nossa relação com os de mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consciência de si&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os papéis sociais seriam criações sociais que vão-nos sendo apresentadas ao longo da vida como se fossem ”necessários e naturais”, dando-nos a ilusão de liberdade. Porém são as condições sociais decorrentes da vida material que os determinam.&lt;br /&gt;Somente quando questionarmos a condição sócio-histórica em que vivemos e os mecanismos empregados nessas ações e suas necessidades, que ditam por que agimos como agimos, é que estaremos desenvolvendo a consciência de nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMO APREENDEMOS O MUNDO QUE NOS CERCA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A linguagem&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ao que os estudos indicam, a linguagem é fruto do desenvolvimento histórico humano, quando esses necessitaram cooperar para sua sobrevivência. O trabalho cooperativo, organizado, planejado e que permite ao homem controlar as forças da natureza, só foi possível graças a esse desenvolvimento.&lt;br /&gt;A linguagem evoluiu ainda mais, devido a maior complexidade das divisões de trabalho, pois a sobrevivência estando garantida permitia aos homens voltar-se a outros aspectos, tais como as artes, religião, tecnologias, entre outros. Isso evoluiu de tal modo que dividiu ainda mais o trabalho: em manual e intelectual.&lt;br /&gt;Estudos mostram que o desenvolvimento intelectual depende muito do desenvolvimento da linguagem, pois esse é condição essencial para que se dê o processo que nos permite generalizar, abstrair, figurar, ir para além do aqui e agora se “deslocando assim no espaço e tempo”, planejar, prever, lembrar, simbolizar, idealizar, entre outras capacidades.&lt;br /&gt;O assunto também evoca uma importante questão, o da separação entre o agir, o pensar e o falar. Se os separarmos, teórica ou valorativamente, ocorre a alienação da realidade. A ação depende da reflexão, a fala depende da ação, entre outras combinações. O fazer produz algo, o falar pode não criar nada, dando a ilusão de produção de algo.&lt;br /&gt;A linguagem se produziu socialmente pela atribuição de certos significados às palavras. Quando uma autoridade definida como tal pela sociedade impõe um significado especifico, único e inquestionável para determinada palavra que determina uma ação automática é que essa se torna uma ferramenta poderosa. Podemos observar facilmente no comando militar, por exemplo, em que é retirada a liberdade de expressão e pensamento do soldado e imposta uma ordem por meio de uma palavra que possui um só significado. O soldado não necessita pensar, pois há aqueles ditos superiores que pensam por ele. Para que se resista ao poder da palavra é necessário existir o pensamento entre a própria palavra e a ação.&lt;br /&gt;Nossas representações são forjadas tendo como base nossas relações sociais. Elas se dão, por exemplo, na medida em que outros conceituam e afirmam determinado objeto como sendo tal. Portanto a representação é o sentido pessoal que damos aos significados gerados pela sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A HISTÓRIA VIA FAMÍLIA E ESCOLA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A família&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Família é o grupo essencial que garante a sobrevivência do indivíduo. Ela é regida por leis, costumes, direitos, normas e deveres de seus membros. Cabe a ela reproduzir a força de trabalho e perpetuar a Propriedade e influência.&lt;br /&gt;Dentro dela há uma hierarquia de poder, em que, por exemplo, o homem pode deter mais poder em determinadas áreas, a mulher ser mais responsável pala educação dos filhos, mas não possuir poder de decidir no julgamento do marido, o filho primogênito por sua vez pode possuir mais voz e direitos e assim por diante. Dependendo da sociedade a ser analisada essa estrutura pode possuir diversas características.&lt;br /&gt;A família tende a ser conservadora, pois os papéis transmitidos para que se mantenha o poder centralizado é tomado, por parte dos pais, como sendo natural e necessário para a sobrevivência de seus filhos, sendo transmitido a eles posteriormente esses mesmos conceitos. Isso é tido por eles como uma condição biológica e não como algo que foi definido histórica e socialmente ao longo do tempo.&lt;br /&gt;Socialização primária refere-se ao processo em que a criança, ao se ver distinta do meio e dos outros, dá importância àqueles que provem seus sustento e necessidades básicas nos primeiros anos de vida, pois esses se tornam para ela importantíssimos afetiva e emocionalmente, ela passa a se identificar com eles, o que se reflete consequentemente em seus valores e comportamentos que se formação respectivamente.&lt;br /&gt;Figuras de autoridade para a criança, como os pais e avós, determinam e repetem o discurso de que certas coisas são corretas ou erradas e que devem ou não ser feitas. Ao crescer esses conteúdos já estão introjetados pelo individuo que os vê como sendo algo natural, como se sempre tivessem pertencido a ele.&lt;br /&gt;Socialização secundária se dá através da profissionalização e escolarização, geralmente na adolescência, em que o jovem recebe novas alternativas questionando a si e ao mundo. Ocorre devido a influência de outros laços afetivos, visões de mundo, pensamentos e experiências sociais que lhe proporcionam novas e diferentes formas de enxergar e entender a realidade, o que o faz questionar aquilo que aprendeu anteriormente definido dentro do processo de “socialização primária”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A escola&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A escola é institucionalizada como a família, responsável por reproduzir valores responsáveis pela propagação da cultura, o que garantiria o desenvolvimento de novos conhecimentos que beneficiariam o progresso do país.&lt;br /&gt;Na escola a autoridade perde parte do enfoque que antes era fortemente trabalhado na estrutura familiar. Os professores já demonstram que são as figuras de autoridade determinantes com o poder que possuem de aprovar e reprovar.&lt;br /&gt;O enfoque no ambiente escolar é dado ao individualismo e competição. É observável que dentro de uma estrutura programada de disciplinas existem as mais intelectuais, que exigem maior capacidade de abstração e que serão mais valorizadas, ao ponto de serem mais determinantes para a aprovação do aluno, o que deixa mais claro para ele que há uma distinção e oposição entre trabalho intelectual e trabalho manual.&lt;br /&gt;O padrão de “bom” e “mau” aluno é estabelecido e reforçado correntemente, selecionando, o sistema, não necessariamente os mais aptos, e sim os que estão próximos aos padrões estabelecidos por ele. Beneficiam-se os alunos que apresentem concepções semelhantes as do enfoque dado pela instituição ou que sejam capazes de se adaptar para tal.&lt;br /&gt;É a escola crítica aquela capaz de proporcionar a formação de indivíduos conscientes de suas exigências sócio-históricas, e que em decorrência disso serão capazes de reformular as práticas sociais. Esse exemplo foi parcialmente realizado em 1968/9 no Brasil como um anteprojeto de reforma universitária planejado pelo governo, mas sem qualquer consulta as bases. De várias propostas que surgiram, algumas foram realizadas, em caráter experimental. Porém essa experiência não durou mais que um semestre, pois no ano seguinte o poder institucional exigiu um retorno às normas vigentes sob pena de não reconhecimento de diplomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRABALHO E CLASSE SOCIAL&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O capitalismo visa a produção de bens materiais, que não só atendem a subsistência social, como buscam o lucro e o respectivo aumento do capital. Para isso a exploração da força de trabalho é fundamental. Há, pois, duas classes sociais básicas: a explorada e a dominada, ou seja, os que detêm o capital e os meios de produção e os que vendem sua força de trabalho.&lt;br /&gt;A acumulação de bens faz com que o capital tome poder sobre os meios de produção, tornando assim a mercadoria mais do que o simples produto fabricado, mas transformando também a força do trabalho em uma mercadoria, ou seja, os próprios homens.&lt;br /&gt;A atividade individual do sujeito vem de sua necessidade sentida que se objetiva em alguma coisa. Porém há necessidades biológicas básicas e há as “falsas necessidades”, que são necessidades de consumo criadas pelos meios de produção. O objeto que o homem produz é capaz de modificá-lo e vice-versa, ou seja, o indivíduo se modifica pela sua própria atividade.&lt;br /&gt;Por meio do trabalho nos objetivamos socialmente e nos modificamos. A característica das sociedades atuais é que o trabalho se dá mediante a utilização de instrumentos, o que permite a cooperação e comunicação entre os homens. Mas quando há uma máquina de uma fábrica envolvida no processo, por exemplo, aquele que planeja determinado produto não é aquele que o fábrica, havendo assim uma desvinculação da ação de seu fim. A cooperação passa a ser mediada pela máquina e não mais pela comunicação, sendo que o operário torna-se incapaz de se reconhecer no objeto fabricado, despersonalizando-se e alienando-se.&lt;br /&gt;O capitalismo gera uma grande contradição, pois o homem transforma o mundo que o cerca, mas não lhe é permitido decidir sobre esta transformação. O mesmo fato pode ser observado invertidamente ao do operário, no trabalho intelectual especializado, em que a este é permitido o pensar, mas lhe é negado o fazer.&lt;br /&gt;A especialização fortalece também a elitização do conhecimento na sociedade por parte dos poderosos, o que se reflete até mesmo na linguagem dos intelectuais, que se mostra inacessível ao povo em geral.&lt;br /&gt;O homem para que se liberte da alienação social e individual deve recuperar sua atividade histórica, social, de pensamento e de ação, que ocorrem em sua relação com outros homens e que se dão e realizam por meio da comunicação a atividades em ações cooperativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O INDIVÍDUO NA COMUNIDADE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As propostas da Psicologia Comunitária vem sendo sistematizadas dentro da Psicologia Social. Atividades que intervêm em prol da educação e consciência social de diversos grupos de convivência.&lt;br /&gt;O objetivo central das atividades comunitárias tornou-se desenvolver relações sociais por meio da comunicação e cooperação, excluindo as relações de poder nocivas de uns sobre os outros, utilizando-se de métodos educativos.&lt;br /&gt;É indispensável o entendimento do por que das necessidades que os leva a trabalhar em grupo e de como se dará sua realização para um melhor desenvolvimento da consciência social e de si mesmos, compreendendo assim, por meio de ações e pensamentos que são indivíduos históricos e sociais.&lt;br /&gt;É importante lembrar também que a participação em certos tipos de atividades comunitárias pode ajudar, por exemplo, no desenvolvimento da consciência sobre o sistema capitalista, de classes sociais e no papel de cada um nesse processo, do qual todos fazem parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A PSICOLOGIA SOCIAL NO BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O indivíduo poderia ser simultaneamente causa e conseqüência da sociedade?”. Essa é uma questão trabalhada pela Psicologia Social que por sua vez foi proposta, segundo muitos, por Augusto Comte.&lt;br /&gt;Seu desenvolvimento científico sistemático se deu depois da Primeira Guerra Mundial, junto a outras ciências sociais que buscavam entender as crises que abalavam o mundo. Foi nos EUA que a Psicologia Social atingiu seu auge.&lt;br /&gt;O indivíduo atuava na sociedade, mas o estudo se dava por meio de teorias psicológicas já existentes, buscando relações de causas internas para esses fenômenos sociais. Foram feitos então estudos na área da personalidade, motivação, comportamento e até mesmo instinto. Indivíduo e sociedade eram tratados de forma distinta, como se não se influenciassem mutuamente.&lt;br /&gt;Críticas mais agudas á Psicologia Social surgem na Europa no final da década de 60, e se destinava principalmente à Psicologia Social norte-americana, cujo caráter era definido, segundo alguns países europeus, como ideológico.&lt;br /&gt;Na América Latina utilizavam-se muitos dos mesmos princípios dos desenvolvidos nos EUA, adaptando-se seus preceitos a sua própria realidade.&lt;br /&gt;Os problemas da Psicologia Social geraram uma crise que a levou a ser denunciada para o Congresso de Psicologia Interamericana por Psicólogos que lhe criticavam metodologias e teorias. O Congresso seguinte, por meio de novas propostas e críticas mais bem definidas levou a um Simpósio que atraiu cientistas de diversos países da América Latina, incluindo o Brasil.&lt;br /&gt;No Brasil o estudo levou ao questionamento teórico e durante um período surgiu mais uma vez o questionamento quanto ao indivíduo ser influenciado pela sociedade, mas também se esse poderia desempenhar papel de criador e modificador da mesma, sendo responsável pelo curso de sua história.&lt;br /&gt;O psicólogo brasileiro era restringido a três áreas: a acadêmica, nas indústrias, e ao mercado de manipulação da opinião pública. O psicólogo que não desejava defender o a última área terminava, pois, preso a universidades e instituições semelhantes sem ser capaz, como outros cientistas das áreas sócias, de expressar suas idéias para a população e gerar progressos em sua sociedade.&lt;br /&gt;A crise na Psicologia Social no Brasil permaneceu, sendo que ele não produziu um conhecimento especifico sobre sua própria realidade social, utilizando teorias de outros países nem sempre aplicáveis em seu contexto. Essa dependência cultural gerou uma estagnação no estudo dessa ciência, impedindo novas descobertas e explicações para questões sociais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444640423197914826-2827640224061328590?l=taimologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://taimologia.blogspot.com/feeds/2827640224061328590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2444640423197914826&amp;postID=2827640224061328590' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/2827640224061328590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444640423197914826/posts/default/2827640224061328590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://taimologia.blogspot.com/2008/04/resumo-de-psicologia-social.html' title='Resumo de Psicologia Social'/><author><name>Taimon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03230983199219875041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_mO3Ldey_GvU/TR0tTaI6fPI/AAAAAAAAAK8/ZHc9zVbawL8/S220/P1010011.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
